LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Ferrovia Oeste-Leste já tem traçado definitivo

Pelo que pude ver em notícias anteriores essa ferrovia passará no município de Ipiaú, falta conferir depois desse traçado definitivo. Se permanecer como no traçado original, será mais um componente para o desenvolvimento econômico do nosso município. Vamos aguardar!

Este é o site da empresa. Lá você encontrará o mapa com o traçado da ferrovia.

http://www.valec.gov.br/valec.htm



agecom.ct@agecom.ba.gov.br

O traçado definitivo da Ferrovia Oeste-Leste, que vai ligar Ilhéus, no Sul da Bahia, a Figueirópolis, em Tocantins, foi apresentado, nesta quinta-feira (2), no Centro Administrativo, ao governador Jaques Wagner pelo presidente da empresa responsável pela construção, Valec Engenharia, José Francisco das Neves. A ferrovia vai percorrer, ao todo, 1,5 mil quilômetros, atravessando 32 municípios baianos distribuídos por 1,1 mil quilômetros.

“A Valec se comprometeu comigo a fazer a licitação em maio para que as obras comecem em 2010”, afirmou o governador, em entrevista a uma emissora de TV, referindo-se à construção dos quatro trechos da ferrovia. Segundo o governador, o investimento previsto de R$ 4 bilhões já está no orçamento federal.

Neves informou que o cronograma está sendo cumprido e a empresa já entregou o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), dependendo agora da licença prévia ambiental. Ele disse que, inicialmente, eram cinco traçados. “Este último desenho é o resultado de uma discussão com toda a equipe de governo e as mudanças realizadas foram fruto da observação de elementos importantes, como reservas indígenas, rampas, entre outros detalhes técnicos e ambientais”, afirmou.

A secretária da Casa Civil, Eva Chiavon, lembrou que, além da Ferrovia, a região de Ilhéus vai contar também com novos porto e aeroporto internacional. “O Governo do Estado está fazendo gestões junto ao Governo Federal para que as obras andem de forma simultânea”, informou. Segundo ela, no momento em que a ferrovia estiver iniciando, o porto também estará integrado dentro desta lógica, não só multimodal, mas também de cronogramas.

Desenvolvimento do agronegócio e produção mineral

Para o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, Rafael Amoedo, a ferrovia é fundamental para o desenvolvimento da Bahia. “Abre-se não só um caminho para o desenvolvimento do agronegócio, mas para toda nossa produção mineral e a sua verticalização”, observou.

Amoedo disse que o conjunto logístico que está sendo pensado, integrando a construção da Ferrovia Oeste-Leste e do Porto Sul, vai transformar a Bahia em um portal de entrada e saída para os demais estados interiores do Brasil. “Esta obra muda todo o panorama regional, influenciando também o plano nacional. A ferrovia integrada ao porto sul será um vetor importantíssimo do escoamento da nossa riqueza e da produção dos nossos estados interiores”.

A integração entre os dois modais, segundo Amoedo, gera uma estimativa de exportação de cargas de 40 milhões de toneladas anuais a partir do aumento das atividades de mineração no estado, montante que pode aumentar com o decorrer do tempo. “Atualmente, os três portos baianos estão estrangulados, com um volume de cargas exportadas de cerca de 10 milhões de toneladas anuais”, contabilizou.

Outro benefício da ferrovia, segundo o secretário da Infraestrutura, Antônio Carlos Batista Neves, será o aumento da segurança e a redução dos gastos em manutenção de rodovias. “Sem dúvida as estradas baianas serão aliviadas porque os excessos de cargas das carretas que descem com a soja do Oeste do Estado para os portos, por exemplo, passam a ser levados de trem”, concluiu.

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