LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

domingo, 31 de maio de 2009

Casa Civil desmente números do PAC divulgados pelo site Contas Abertas

A Casa Civil da Presidência da República divulgou nota oficial contestando informações do levantamento publicado pelo site "Contas Abertas" sobre o andamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O site destaca que apenas 3% das obras do PAC teriam sido concluídas. A nota da Casa Civil rebate os números afirmando que no balanço de dois anos do PAC, divulgado em fevereiro deste ano, o número de ações monitoradas era de 2. 378 (exceto Habitação e Saneamento) e, destas, as concluídas eram 270, com investimento de R$ 48,3 bilhões, 11% do total (em quantidade e em valor). O próximo balanço com os números atualizados do PAC será divulgado na próxima quarta-feira (3).

A Casa Civil explicou que o levantamento do site mistura obras incluídas no PAC em diferentes momentos e que, por isso, não podem ser tratadas da mesma maneira. “Das quase 11 mil obras listadas pelo Contas Abertas, cerca de 8,4 mil são das áreas de Saneamento e Habitação. Essas obras foram selecionadas ao longo de 2007. Estados e municípios tinham dificuldades de investir nestes setores, o que resultou na carência de projetos em condições de serem executados em curto prazo. A execução desses projetos começou em meados de 2008. Por isso, nos balanços do PAC, os dados sobre a execução dessas áreas são apresentados à parte”.

A Casa Civil criticou também o fato de o levantamento do Contas Abertas ter considerado a quantidade total de obras do PAC, em vez dos valores dos empreendimentos concluídos. “Pelo critério adotado, uma pequena obra de saneamento no município de Vilhena, em Rondônia (R$ 33,9 mil) tem o mesmo peso da usina hidrelétrica de Santo Antônio (R$ 4,7 bilhões), por exemplo”, destacou a nota.

O deputado Magela (PT-DF) criticou a distorção dos números feitas pelo site. “Com o PAC o governo promoveu um aumento substancial dos investimentos no País. Isto tem incomodado setores da oposição, que teimam em não ver que a injeção desses recursos na economia ajudou o PIB a crescer 3,7% em 2006 e 5,4% em 2007. Até o terceiro trimestre de 2008, o PIB cresceu 6,4%, comparado ao mesmo período do ano anterior”.

Magela reforçou que o PAC tem cumprido o objetivo de modernizar a infraestrutura do País, melhorar o ambiente de negócios, estimular o crédito e o financiamento, aperfeiçoar a gestão pública e elevar a qualidade de vida da população. “Além disso, suas ações e obras estão gerando empregos e garantindo renda e consumo para milhares de trabalhadores e suas famílias. O que a oposição não quer admitir é que PAC, ao lado de programas sociais como o Bolsa Família, é um instrumento estratégico de inclusão social e de promoção do desenvolvimento”, afirmou Magela.


http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=76799&Itemid=195



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