LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sábado, 2 de maio de 2009

Que governinho de m... esse do Lula

Mente quem diz que o sucesso da política econômica do governo Lula se deve à continuidade das políticas de FHC. Mas, só mesmo com humor para espantar essa gente.


Vejam só a notícia que está em todos os jornais eletrônicos e blogs pelo país afora:
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu na noite desta quarta-feira reduzir a taxa básica de juros (a Selic), em 1 ponto percentual, passando de 11,25% para 10,25% ao ano. É a menor taxa desde que a Selic passou a ser usada como meta da política monetária, em 5 de março de 1999. Foi a terceira redução consecutiva.

Que governinho de m... esse do Lula. Só copia e copia mal. Dizem que só fez "manter a política econômica do antecessor". Balela. Éramos felizes e não sabíamos. Perdemos até a liderança das "altas taxas de juros". Caímos para terceiro. Assim não pode, assim não dá.

Onde já se viu enfrentar a maior crise internacional desde 1929 assim, baixando a Selic para uma taxa inédita. E ainda por cima, fazendo superávit primário. Um nojo! A Miriam Leitão já nos ensinou que a solução para tempos de crise é juros nas alturas, para minimizar a inevitável fuga de capitais desse país sem credibilidade. Credibilidade só virá quando alguém vier para mudar a política econômica.
Birra de FHC, por Bira


Como tenho saudades daquele tempo em que fomos brindados com dois anos de recessão e em que quando acossado por uma crise, o Copom não titubeava em, reuniões extraordinárias, elevar a taxa de juros para até 49,75%, como fez em 11/09/98. Contrariando mesmo o "precavido" presidente que havia, na véspera, dito que os juros não iriam subir "para satisfazer a uma ganância". "É preciso ver que existem limites", afirmou em entrevista. Malvados. Ele não disse: "Esqueçam o que eu escrevi"?

E a decisão se tornava mais heróica ainda pq visou a diminuir o auspicioso déficit do setor público de 7,3% do PIB. Ainda bem que o "precavido" não aceitou a sugestão do presidente do Banco Central, Francisco Lopes, de cortar até as verbas para a comida nos presídios. De outra forma, o Copom não precisaria bater esse recorde e mostrar como aquele era realmente um governo fiscalmente responsável. Segundo o "astuto", "o governo chegou ao limite máximo de cortes de gastos que podem ser feitos sem comprometer o funcionamento do país".

E ainda vem o (ir)responsável pelo departamento da América Latina da Lehman Brothers (ele existia), Carlos Guimarães, para baixar o nível falando absurdos. "O Brasil está sendo visto com muita fragilidade, há uma perspectiva exageradamente negativa com relação ao país por causa de suas contas públicas. A única coisa que vai acalmar o mercado e estancar essa retirada violenta de recursos é o anúncio de medidas fiscais enérgicas", afirmou ontem.

Que audácia!!! Onde já se viu falar mal das contas públicas do "astuto"? Quer matar nossos presidiários?


Acharam que é sacanagem minha desmemoriados?

Folha de S. Paulo, 11 de setembro de 1998
BC leva taxa de juros para 49,75% ao ano
Setor público tem déficit de 7,3% do PIB
FHC diz que Brasil está no limite e pede ajuda externa
Para agência de NY, Brasil tem perspectiva futura "negativa"

http://www.aleporto.com.br/blog.php?tema=6&post=1741


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