LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Recebido pela UNE, Lula se emociona


De tudo que o presidente Lula disse até hoje na sua forma simples de falar, até com os erros de concordância que irritam tantos alguns 'letrados' arrogantes, poucas me tocaram tanto quanto uma das frases contidas nesse vídeo:

"Deus queira que o próximo presidente possa dizer: O Lula só fez isso, eu fiz isso e isso e mais isso ... Se todo o mal que eu fiz pro país foi permitir que venha alguém pra fazer mais do que eu fiz, eu já morrerei feliz".
Lula morrerá feliz, não há a menor dúvida. Ao contrário do que boa parte dos economistas de tendência liberal tem tentando vencer há 6 anos e meio, o governo Lula deixa uma herança mais do que benigna para o seu sucessor. Juros baixos, massa salarial em crescimento, inflação controlada, reservas de mais de U$ 200 bi, dívida pública em queda, muitas obras em andamento, projetos prontos, um programa consistente de transferência de renda etc. Mantega: análise sobre desequilíbrio fiscal é infundada

Quem quiser comparar com o cenário de 2002, boa sorte.

A UNE não recebe desta forma um presidente da República depois de tanto tempo no poder, à toa. Não subestimem a capacidade crítica dessa gente. A Agência estado chega a dizer que: Essa proximidade se traduz em recursos. Desde 2004, a UNE já recebeu R$ 10 milhões da União. Desses recursos, R$ 7 milhões nos últimos 14 meses. [...] Um projeto de lei que tramita no Congresso ainda vai liberar recursos federais para a reconstrução da sede da entidade no Rio de Janeiro.. Como se a UNE não merecesse de todo o país recursos para desenvolver seus projetos sociais, como dezenas de outras entidades. A sede da entidade é um prédio histórico no bairo do Catete, Rio de Janeiro, e já mereceia ser restaurado há décadas.

Para a presidente da entidade, Lúcia Stumpf, o aumento expressivo dos repasses no governo Lula não demonstra privilégio, e sim "uma mudança de postura do governo". "Todos esses recursos foram para eventos de debate da cultura nacional. O governo tem apoiado atividades isoladas da UNE", aponta a dirigente, enfatizando que "isso não faz a entidade mudar sua postura de autonomia".

Lúcia afirmou, no entanto, que os baixos recursos repassados no governo FHC podem ser explicados pelo fato de o então ministro da Educação, Paulo Renato Souza, nunca ter recebido representantes estudantis para debates. "O governo Lula sempre teve uma postura de diálogo no movimento social brasileiro. É papel do Orçamento Geral da União apoiar esses eventos [da UNE]. É muito correto", comentou.

http://www.aleporto.com.br/blog.php?tema=6&post=1949




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