LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Geddel deve entregar Ministério, diz Jonas Paulo - Presidente do PT-Bahia

Comentando a saída do PMDB do governo Wagner, o presidente estadual do PT, Jonas Paulo, espera que Vieira Lima entregue o Ministério da Integração Nacional como prova de coerência política. “Não se pode conceber o governo do PT a nível nacional se contrapondo ao governo do PT na Bahia. Há identidade na condução das políticas públicas, programas e projetos dos governos Lula e Wagner, querer intermediá-la na condição de oposição é, no mínimo, um desejo vil de criar um governo paralelo”, afirmou o dirigente, que defende a substituição da pasta por um pemedebista identificado com a estratégia nacional de unificação da base de Lula nos estados.

Para ele, o PMDB baiano desprezou o cenário e as movimentações de unificação que se buscam nos estados de Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro para a viabilização da provável candidatura presidencial de Dilma Rousseff: “No Rio de Janeiro, por exemplo, há uma compreensão majoritária do PT de que não há espaço na base de Lula para candidatura alternativa à reeleição do governador Sérgio Cabral, do PMDB”.

Jonas Paulo garante que permanece a tática de construir uma Frente Política forte para ganhar no 1º turno. “Agora com possibilidade de ampliar e compor uma chapa mais competitiva para disputar o Senado, superando as adversidades reveladas nas recentes pesquisas”, disse o dirigente, que lamentou o desfecho da aliança: “fomos pacientes, ponderados e garantimos os espaços de composição para o PMDB baiano. Mas eles, que só ganharam notoriedade e presença política nacional graças à nossa aliança, infelizmente escolheram o caminho do confronto, da ambição e da megalomania”, concluiu.

Nenhum comentário: