LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

domingo, 9 de agosto de 2009

Lula defende necessidade de transformar programas sociais em lei

Da Agência Brasil: - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva arrancou aplausos da platéia do Simpósio Internacional sobre Desenvolvimento Social, encerrado hoje (7), em Brasília, ao voltar a defender a criação de uma lei que torne permanente os programas sociais de seu governo, impedindo que eles futuramente sejam cancelados.

“Grande parte do que estamos fazendo neste país não é resultante da nossa cabeça, mas sim da nossa história, da nossa convivência com os movimentos sociais brasileiros. Todos aqui [no governo] têm pelo menos uns 20 anos de experiência de se reunir, de falar mal do governo e de fazer pauta de reivindicação. Agora estamos conseguindo colocar parte daquilo, ainda não tudo, como programa de governo. E precisamos consagrar todas essas políticas numa lei para que nenhum engraçadinho possa destruir essas coisas”, afirmou o presidente, atribuindo o sucesso das políticas sociais às parcerias do governo federal com prefeituras e estados.

“Nem eu nem nenhum ministro temos uma visão do conjunto de coisas que acontecem de políticas públicas neste país. Não é uma coisa, ou dois [programas], são dezenas de coisas acontecendo em todo o país. Eu pedi que cada ministro fizesse um filme contando tudo o que está sendo feito em cada área para podermos dar a quem quiser um conjunto da obra que ainda está longe de ser concluída, mas que está com alicerces sólidos”, comentou Lula, voltando a repetir que, ao fim de sua gestão, todo ministro terá que registrar o resultado de suas ações em cartório.

“Cada centavo aplicado, cada coisa feita no governo. A fotografia será registrada em cartório porque eu quero entregá-la ao próximo governo, às universidades, movimentos sociais e outros. Acho importante deixarmos como legado um novo paradigma, pois assim a pessoa que vier depois terá que olhar e contar até dez, já que terá que fazer mais que nós fizemos. Caso contrário, terá uma vida muito curta no governo”, afirmou Lula.

Citando programas como o Bolsa Família, Territórios da Cidadania, Luz Para Todos e outros, Lula disse querer universalizar o ensino público desde a pré-escola até o ensino técnico. E frisou que o governo federal vai financiar a construção, até 2010, de 1,5 mil creches, repassando o dinheiro às prefeituras. Além disso, Lula também comentou que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para o período de 2011 a 2015 já está sendo elaborado.

Repetindo várias vezes a expressão “é possível”, como um mote de campanha, Lula disse não ter dúvidas de suas prioridades. “Hoje estou convencido que é possível fazer muito mais do que fizemos. Nós não temos que ter dúvidas. [As regiões] Nordeste e Norte vão continuar recebendo proporcionalmente mais investimentos para que possamos tirar o atraso deste país. Isso precisa ser feito para que haja um equilíbrio. O pessoal do Sul precisa lembrar que quando as pessoas mais pobres estiverem comendo, quem vai ganhar são as pessoas do Sul, que produzem. Não tem que haver disputas. Temos é que recuperar o atraso”, concluiu o presidente.

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2009/08/lula-defende-necessidade-de-transformar.html

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