LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sábado, 14 de novembro de 2009

Até ‘apagão’ de Lula é melhor

Crônica política

Até ‘apagão’ de Lula é melhor

Já que José Serra teima em mandar a Globo, a Folha, a Veja, o Estadão e os penduricalhos destes tentarem enfiar na cabeça das pessoas que o blecaute de terça-feira é igual aos oito meses de racionamento draconiano de energia elétrica com o qual o governo Fernando Henrique Cardoso torturou o país, vamos às comparações para descobrir se é tudo mesmo tão igual como dizem o governador tucano e sua mídia.

Apagão de FHC (2001 e 2002)

O país teve que economizar 20% de energia elétrica durante o período do racionamento. Se os brasileiros não tivessem conseguido economizar, teriam ocorrido cortes periódicos e programados de energia elétrica nas cidades.

O plano atingiu 35% dos consumidores residenciais do Sudeste e o Centro-Oeste e 87,9% dos consumidores do Nordeste, além do comércio e da indústria



COMO ERAM AS PENALIDADES

Só era obrigado a economizar 20% quem tinha conta mensal acima de 100 kWh.

Quem consumia entre 101 kWh e 200 kWh não pagava multa, mas tinha que economizar 20% para não ter a energia cortada.

Quem consumia acima de 200 kWh por mês ficava sujeito a corte e multa.

As contas de luz acima de 200 kWh mês eram sobretaxadas mesmo que o consumo estivesse dentro da cota.



MULTA VARIAVA DE 50% A 200%


Os consumidores que não reduziam o consumo pagavam tarifas de 50% a 200% mais caras pela energia que ultrapassava a cota.

Todo consumo entre 201 kWh e 500 kWh era sobretaxado em 50%, mesmo que o consumidor economizasse os 20%

A parcela acima de 501 kWh tinha uma sobretaxa de 200%.



QUEM ULTRAPASSAVA COTA FICAVA NO BREU POR ATÉ 6 DIAS


Quem descumpria as cotas de racionamento estava sujeito a um corte de energia de três dias no primeiro mês e seis dias em caso de reincidência.

Para saber qual foi a cota para junho de 2001, no início do racionamento, o consumidor teve que calcular a média do que tinha consumido em maio, junho e julho de 2000 e cortar 20%.


AS COTAS PARA A INDÚSTRIA E COMÉRCIO


Indústria e comércio com rede de baixa tensão tiveram que reduzir o consumo para 80% do consumo médio dos meses de maio, junho e julho do ano passado.

Indústria e comércio de alta tensão tiveram a meta calculada em função do nível de tensão e do setor da empresa. Para esse grupo, a meta de redução variava de 75% a 85%. A média também era calculada com base nos consumos dos meses de maio, junho e julho de 2000.

O consumidor rural teve que reduzir em 10% o consumo médio de energia a partir do dia 1º de junho de 2001, na comparação com os meses de maio a julho do ano anterior.

“Apagão” de Lula (10/11/2009)

Falta de luz por períodos que variaram de quinze minutos a três horas.

FONTE: escrito por Eduardo Guimarães e postado ontem (13) à noite no seu blog "Cidadania.com".

http://democraciapolitica.blogspot.com/2009/11/ate-apagao-de-lula-e-melhor-ja-que-jose.html

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