LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Jaques Wagner (PT) lidera disputa pelo governo do estado


Eleições2010 - 22/12/2009

O atual governador do Estado da Bahia, Jaques Wagner (PT) lidera as quatro situações de voto para governador, apresentadas aos moradores do estado da Bahia, com vantagem que varia de quinze a vinte e nove pontos percentuais sobre o segundo colocado. É o que revela pesquisa Datafolha realizada entre os dias 14 e 18 de dezembro de 2009, com 1.055 brasileiros de 16 anos ou mais, residentes no Estado da Bahia. A margem de erro para o total da amostra é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um intervalo de confiança de 95%.

Jaques Wagner alcança 39% no primeiro cenário testado, com quatro nomes, vencendo o ex-governador Paulo Souto pelo DEM, que obtém 24%, e Geddel Vieira Lima, pelo PMDB, com 11%. Hilton Coelho (PSOL), incluído nesta situação, tem 1%, outros 9% afirmam que votariam em branco ou anulariam, e 16% não souberam dizer em quem votariam.

Em um segundo cenário, com Paulo Souto e sem Geddel Vieira Lima, Jaques Wagner lidera com 41%, contra 25% de Paulo Souto. O atual prefeito João Carneiro, do PMDB, atinge 6%, Hilton Coelho 1%, enquanto Luiz Bassuma, do PV, não alcança um dígito. Declaram-se indecisos perante essa hipótese 16%, e 10% afirmam intenção de votar em branco ou anular.

Com o nome de ACM Neto pelo DEM e incluído novamente o de Geddel Vieira Lima, Jaques Wagner chega a 43% e obtém sua maior vantagem, significativamente acima dos 14% obtidos pelo candidato do DEM e dos 13% alcançados pelo candidato do PMDB. Hilton Coelho fica com 2%, e Luiz Bassuma, com 1%. Votariam em branco, nulo ou nenhum, 12%, e não sabem dizer, 16%.

Jaques Wagner apresenta a menor vantagem em relação a um possível concorrente em cenário com sete nomes. Nesse caso, o atual governador atinge 39% das menções, contra 22% de Paulo Souto, e 10% de Geddel Vieira Lima. César Borges, pelo PR, e Lídice da Mata pelo PSB alcançam, cada um, 2%, enquanto Hilton Coelho repete 1% e Luiz Bassuma não chega a esse percentual. Nesse caso, 9% declaram voto branco ou nulo e 15% revelam-se sem saber como votar.

Vale notar que as menções a Jaques Wagner são geralmente equivalentes quanto se compara os percentuais nas regiões metropolitanas, incluída a capital, e o interior, com exceção do primeiro cenário, em que obtém 42% entre os moradores metropolitanos e 38% dos que moram no interior do Estado. Nos quatro cenários estimulados, o atual governador apresenta melhor desempenho entre os homens do que entre as mulheres (diferenças que variam de 41% entre elas e 46%, entre eles, para 36% e 43%, respectivamente), bem como se destaca entre os que têm entre 16 e 34 anos de idade, com percentuais que vão de 39% até 50%. Quando se observa a faixa de renda, Jaques se sai melhor entre os que ganham renda familiar entre dois e cinco salários mínimos nos quatro cenários (taxas de 45% a 50%).

Entre os que aprovam o atual governador, entre 59% e 65% declaram intenção de reelegê-lo, entre os que se dizem simpatizantes do PT, a variação de votar nele fica entre 64% e 67%, e finalmente, os percentuais variam de 46% a 52% entre os que aprovam a gestão do prefeito João Carneiro, do PMDB.

Já Paulo Souto, seu concorrente mais direto, apresenta taxas de intenção de voto equivalentes entre os moradores da região metropolitana e do interior, assim como entre os homens e mulheres, enquanto tem ligeiro destaque na faixa etária de 25 a 59 anos de idade, e tendência a se destacar entre os moradores do Estado com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos.

Na intenção de voto espontânea, sem a apresentação de nomes de candidatos aos entrevistados, a maioria (61%) mostra-se indecisa em quem votar em 2010 para governador da Bahia.

O atual governador Jaques Wagner lidera com 20%, embora quatro pontos percentuais a menos que o observado em pesquisa de agosto de 2009, quando obteve 24%. Seguem distantes do atual governador referências aos nomes de Paulo Souto, com 5% (era de 4% em agosto deste ano), e de Geddel Vieira Lima e ACM Neto, cada um com 2%. César Borges recebe 1% de citações, mesmo percentual dos que mencionam no “PT/ partido do PT”. Intenção de votos brancos, nulos ou nenhum somam 6%.

São Paulo, 21 de dezembro de 2009.

http://datafolha.folha.uol.com.br/po/ver_po.php?session=926


"O atual governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), lidera as intenções de voto para a sucessão estadual em todos os cenários pesquisados pelo Datafolha, com índices que vão de 39% a 43%.

Seu principal adversário é o ex-governador Paulo Souto, do DEM, que varia de 22% a 25%.

O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), tem de 10% a 13%.

A pesquisa foi realizada de 14 a 18 de dezembro, com 1.055 pessoas. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos."

http://www.pt.org.br/portalpt/noticias/eleicoes-2010-11/jaques-wagner-lidera-disputa-pelo-governo-da-bahia-2495.html
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