LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sábado, 30 de janeiro de 2010

Prêmio em Davos é reconhecimento pela política eficaz de Lula, afirmam petistas



Deputados petistas manifestaram nesta sexta-feira (29) orgulho pelo prêmio de "Estadista Global" concedido ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça).

O prêmio foi recebido nesta tarde pelo ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, em função da crise de hipertensão que hospitalizou o presidente na última quinta-feira. No discurso lido por Amorim, Lula destacou que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza.

Para o deputado Dr. Rosinha (PT-PR), o prêmio recebido em Davos é uma prova de que a oposição sempre esteve errada. "Esse prêmio é mais um espelho das decisões certas e de uma política eficaz como é a do governo Lula. Mais que isso, não representa apenas o presidente, mas toda uma militância, uma parceria que trabalhou em conjunto com as idéias de nosso presidente, tornando as mudanças do nosso país uma realidade. É um ponto final, que faz com que as críticas oposicionistas caiam por terra, porque o reconhecimento deste governo que tanto fez por nosso País é um fato inegável", disse o parlamentar.

Na avaliação do deputado Jilmar Tatto (PT-SP), sob a liderança do presidente Lula o Brasil conseguiu sair rapidamente da crise mundial e o Estado se tornou a principal força motora do investimento tanto na área de infra-estrutura como na área social. "Esse comportamento fez com que Lula fosse mais uma vez reconhecido como um estadista de alta credibilidade", disse.

Jilmar Tatto disse ainda concordar que a economia mundial deva passar por mudanças mais profundas e complexas, com sugeriu Lula em seu discurso. "A crise financeira mundial serviu de lição para que o mundo percebesse que o capitalismo por si só não conseguirá resolver os problemas da humanidade. Esse é o papel dos Estados, dos chefes de Estado, e não de empresas e, principalmente, não de bancos", avaliou o deputado.

O deputado Fernando Marroni (PT-RS) defendeu mudanças na economia mundial e criticou as nações desenvolvidas que se negam a ajudar outros países. "O mundo ainda passa por problemas assim por conta do egoísmo de muitas nações desenvolvidas que ignoram os problemas vividos à sua volta. Precisamos mudar os padrões estabelecidos, sejam sociais ou econômicos. São problemas estruturais que o presidente Lula trabalhou muito bem", disse.

Segundo ele, "o prêmio é mérito do desempenho de um governante que acreditou e corrigiu erros passados e que tem levado o nome do Brasil ao topo, seja por sua superação na economia, seja pela democracia ou pelo papel importantíssimo nas relações internacionais", disse.

Liderança PT / Câmara

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