LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Dilma: “Serra passará a eleição como caluniador”

http://brasiliaconfidencial.inf.br/wp-content/uploads/BsBConfidencial_334_baixa.pdf
ELEIÇÕES

Acandidata do PT à Presidência da República,
Dilma Rousseff, acusou ontem o presidenciável
José Serra (PSDB) de sustentar uma “pauta negativa
e caluniadora”, de passar a eleição como “caluniador”
e de querer “ganhar a campanha no tapetão
porque não consegue convencer o povo brasileiro”.
Essas afirmações foram feitas por Dilma durante
visita à favela Paraisópolis e também, mais tarde,
durante debate com Serra, Marina Silva (PV) e Plínio
de Arruda Sampaio (PSol).
Provocada pelos jornalistas que acompanharam
sua visita a Paraisópolis, a petista se recusou a comentar
novamente as “denúncias” veiculadas na edição
desta semana da revista Veja, que acusa de
tráfico de influência o filho da ministra-chefe da
Casa Civil, Erenice Guerra, e a própria ministra.
“Eu não vou ficar me atendo à pauta do adversário.
Eu vou insistir: esses saltos mortais, que pegam
um fato e querem ligar a mim, não tem nada. Eu não
vou dar mais combustível para isso. Não estou sendo
acusada de nada. Não falo nada sobre assuntos que
só interessam à pauta negativa e caluniadora do meu
adversário”.
Dilma já comentara o assunto no sábado. Disse
que a oposição tenta achar uma "bala de prata" no
esforço de reverter a vantagem que as pesquisas de
intenção de voto lhe conferem tentando ligá-la a
eventuais escândalos.
“Meu adversário parece ter perdido todas as estribeiras
e periga passar a eleição inteira sendo chamado
de caluniador”.
Ontem à noite, num dos blocos do debate da TV,
a petista ganhou direito de resposta para rebater
acusações de Serra, que ligou sua campanha a vazamentos
na Receita Federal que quebraram o sigilo
fiscal de sua filha, Verônica.
“Ele quer ganhar essa campanha no tapetão porque
não consegue convencer o povo brasileiro”, disse
Dilma citando a ação em que o PSDB pede ao Tribunal
Superior Eleitoral a impugnação de sua candidatura.
“Ele quer virar a mesa da democracia. E quer com
divulgação de crime por fato inverídico”, afirmou.
No fim de sua resposta, a petista atacou.
“Não passarei esta eleição como a caluniadora.
Ele é que passará”.
Serra pediu direito de resposta, que usou para relacionar
denúncias contra o PT e o governo.
Mais tarde, depois de questionada pelo tucano,
Dilma voltou ao ataque.
“As pessoas não podem ser pretensiosas e achar
que são donas da verdade. Espero que as pessoas
que me cercam também não sejam. Lamento a tentativa
sistemática do meu adversário de me desqualificar”,
disse.
“Não subestime ninguém, candidato. O senhor
não é dono da verdade. O senhor não é melhor do
que ninguém”.

AINDA SOBRE O DEBATE DE ONTEM...

Dilma 'sobrou': Venceu o debate com larga margem

O debate até que foi acalorado, dentro das limitações das regras, e Dilma foi a grande vitoriosa.

Tentaram jogar Dilma no paredão, todos contra ela, mas ela foi muito bem. Acabou servindo como oportunidade de fazer o contraponto aos factóides e às críticas levianas.

Respondeu e convenceu, com firmeza, as perguntas da pauta demo-tucana feitas por todos os outros e pelos jornalistas, desde sobre a operação da Polícia Federal no Amapá, passando pelos vazamentos de sigilo na Receita Federal, até sobre o filho de Erenice Guerra, não deixando nada sem resposta, e respondendo de forma corajosa e convincente.

Teve dois momentos magistrais. Um foi quando respondeu às provocações de Plínio, dizendo que o pacto que ela tinha que fazer era com o povo. Outro foi quando rebateu Serra, dizendo que ele não deveria se achar melhor do que outros, rebatendo as tentativas de desqualificação.

Serra perdeu o debate até para si mesmo. Foi um candidato rabugento, resmungão, estava com má presença televisiva, com pauta única de falar mal do governo Lula e da adversária Dilma, sem propostas. Parecia candidato de partido nanico, de aluguel, escalado só para falar mal dos outros.

O demo-tucano chegou a falar coisas sem nexo para o telespectador, como dizer que Dilma não comparecia aos debates, com os todos vendo ela debatendo ali.

Marina não foi bem, não conseguiu passar uma mensagem positiva, convincente, e foi confusa. Foi mal nos momento

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

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