LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Nova hegemonia em construção

Nova hegemonia em construção

Por Emiliano José

Durante décadas, uma oligarquia dominou a Bahia, com métodos e políticas autoritárias, ensejando a chamada modernização conservadora, onde o povo sempre esteve alijado. A construção de uma nova hegemonia começou em 2007, com a posse do governador Wagner. A população baiana apostou na mudança de métodos e de políticas. E acertou.

O governo Wagner imprime uma nova cultura política ao Estado, sendo rigoroso na aplicação de princípios republicanos, estabelecendo relações de diálogo com a população, com prefeitos, com o Legislativo, com o Judiciário. Acabou, e esperamos que definitivamente, a política do manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Se antes as contas públicas não podiam sequer ser acessadas pelos deputados, hoje estão à disposição de todos os cidadãos, em processo diariamente aperfeiçoado. A transparência da administração é uma determinação desse governo. É evidente que a passagem de uma nova hegemonia a outra é complexa. Não há como desconhecer a herança de anos de domínio oligárquico.

Uma das marcas essenciais dessa nova hegemonia é a participação popular. O Plano Plurianual (PPA) envolveu 40 mil pessoas dos 26 territórios de identidade. Foram realizadas 28 conferências setoriais, há um diálogo permanente com os movimentos sociais. Há um novo e produtivo relacionamento com os servidores públicos, que tem resultado em avanços significativos para o funcionalismo.

E o governo Wagner tem convicção de que deve sempre combinar democracia com inclusão social. Na Bahia, há também um novo ambiente para os negócios. Esse ambiente não admite pedágio, nem requer bajulação. E é isso que tem colaborado para que o PIB da Bahia cresça acima da média nacional e que todos os recordes de geração de empregos sejam batidos. E essa nova forma de governar, civilizada e democrática, melhorou a imagem da Bahia, que pela primeira vez se tornou o destino preferido dos turistas brasileiros.

A Bahia destaca-se por ter o maior programa de alfabetização do Brasil (Topa), também o maior programa de acesso à água e ao saneamento (Água para Todos), a maior política de habitação das últimas três décadas, junto com o Minha Casa, Minha Vida. A política no Estado, desde 2007, desenvolve-se com base em valores democráticos e está a serviço da melhoria das condições de vida do nosso povo. É um processo que precisa continuar porque os desafios são grandes.

Artigo publicado no jornal A Tarde (20/09/2010)



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