LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Duas ótimas notícias no blog do Brizola Neto - O Tijolaço

Brasil cresce tanto que falta profissional qualificado

Engenheiros estrangeiros no Brasil são mais 670% em 4 anos

O aquecimento da economia e a orientação do governo para investimento em setores como a indústria naval e a construção civil, com o PAC e o “Minha Casa, Minha Vida”, entre outros, obriga a contratação de estrangeiros diante da falta de profissionais qualificados no Brasil.

Lula tem atuado em duas frentes, aumentando recursos para a educação e criando universidades e escolas técnicas como nunca antes, mas o ritmo de crescimento do país exige a importação de profissionais estrangeiros, já que a formação de novos por aqui é um projeto de médio prazo.

O Estadão publicou matéria hoje mostrando que o número de engenheiros estrangeiros trabalhando no Brasil subiu 670% nos últimos quatro anos. A pedido do jornal, o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) fez um levantamento da validação e dos registros de diplomas de engenheiros de fora do país de 2006 a 2010.

Há quatro anos, o Confea validou 79 diplomas, e este ano, até agosto, já tinha validado 422 diplomas, com outros 109 em andamento, o que totalizará 531 certificações. O número definitivo tende a ser ainda maior, pois há processos em andamento nos Conselhos Regionais de Engenharia e Arquitetura que ainda não chegaram ao Confea.

O Ministério do Trabalho também registra aumento de 18,85% nas autorizações para trabalhadores estrangeiros no primeiro semestre de 2010 em relação ao mesmo período do ano anterior. As 22.188 autorizações concedidas apenas nos primeiros seis meses de 2010 estão um pouco abaixo de todas as autorizações de 2006 (25.440).

Esses são postos de trabalho destinados a brasileiros, mas que são ocupados por profissionais estrangeiros pela falta de investimento na educação e nos negócios que caracterizou o Brasil da roda-presa.

O projeto de país daquela turma, a turma do Serra, era o do crescimento baixo, que não exigia tanta gente qualificada. Os profissionais se formavam e o emprego não vinha. O jeito era trabalhar no que se arranjava e os mais ousados iam até procurar emprego fora, já que não havia como serem absorvidos aqui. Agora, são os estrangeiros que vêm da Europa e da Ásia para cá em busca das boas condições de vida que um trabalho qualificado pode oferecer e que os brasileiros não têm condições de ocupar porque foram negligenciados pelos oito anos de descompromisso com o país do governo tucano.


O povão vai apertar o cinto. No avião, é claro



Bem que a grande imprensa gostaria de dedicar todas as suas páginas a ataques ao Governo e a desmerecer Dilma Rousseff, mas como existe um mundo real lá fora, bem diferente do que desejariam as direções de certos jornais e revistas, de vez em quando até a Folha é obrigada a se render a ele.

E o que esse mundo de verdade mostra frequentemente é a melhoria de vida da população brasileira e sua ascensão social, que movimenta todos os setores da economia.

Este é o mundo real, que fura o bloqueio político em matérias que mostram que o Brasil está, em matéria de crescimento, voando. E, com ele, vai subindo também o povão.

A Folha publicou uma matéria sobre transporte aéreo, no domingo. Teve como base uma pesquisa do instituto Data Popular. Não confunda com o Datafolha, pois o Data Popular é outro, especializado em baixa renda.

Dos 10,7 milhões de brasileiros que devem viajar de avião pela primeira vez nos próximos 12 meses, 7 milhões são da classe C (renda de três a dez salários mínimos) e 1,7 milhão da classe D (renda de dois a seis salários mínimos).

É a nova classe média brasileira, fruto do crescimento econômico com distribuição de renda dos oito anos do governo Lula. Só as classes C e D provocarão no mercado de aviação e do turismo ano que vem um impacto superior ao esperado para a Copa do Mundo de 2014, quando se estima uma circulação no país de 3,6 milhões de pessoas.

As empresas aéreas estão totalmente de olho nesse mercado para conquistar novos clientes. Como conta a matéria, a TAM passou a vender bilhetes nas Casas Bahia, com parcelamentos a partir de R$ 20, e a Azul negocia para fazer o mesmo com o Magazine Luiza.

Mesmo assim, o sócio do Data Popular, Renato Meirelles, diz que as empresas não acompanham o ritmo de crescimento da classe C. E mostra como o povo pode melhorar o serviço das aéreas. “Como tem menos dinheiro no bolso, o consumidor de baixa renda é mais exigente.”

É esse o Brasil de verdade, que pulsa forte e otimista e ignora o Brasil de mentira, das intrigas e das calúnias, que existe apenas nas páginas de jornais e revistas da grande imprensa.

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