LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O que nossa mídia não publica

O que nossa mídia não publica

Retiro, do blog do Rodrigo Vianna, um trecho da tradução do artigo publicado ontem pelo importante jornal inglês The Independent. Os jornais brasileiros, claro, não registraram uma linha. Talvez porque o articulista termine o texto dizendo que ela tem sofrido “campanhas impiedosas de degradação na mídia ocidental” e que sua vitória será “uma celebração da decência política – e do feminismo”.

“A mulher mais poderosa do mundo começará a andar com as próprias pernas no próximo fim de semana. Forte e vigorosa aos 63 anos, essa ex-líder da resistência a uma ditadura militar (que a torturou) se prepara para conquistar o seu lugar como Presidente do Brasil.
Como chefe de estado, a Presidente Dilma Rousseff irá se tornar mais poderosa que a Chanceler da Alemanha, Angela Merkel e que a Secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton: seu país enorme de 200 milhões de pessoas está comemorando seu novo tesouro petrolífero. A taxa de crescimento do Brasil, rivalizando com a China, é algo que a Europa e Washington podem apenas invejar.
Sua ampla vitória prevista para a próxima eleição presidencial será comemorada com encantamento por milhões. Marca a demolição final do “estado de segurança nacional”, um arranjo que os governos conservadores, nos EUA e na Europa uma vez tomaram como seu melhor artifício para limitar a democracia e a reforma. Ele sustenta um status quo corrompido que mantém a imensa maioria na pobreza na América Latina, enquanto favorece seus amigos ricos”.

Leia a tradução do artigo, na íntegra, aqui no Escrevinhador.

Um comentário:

Anônimo disse...

Camarada Elinalva, parabéns pela persistencia na luta por um Brasil livre de tiranias e coronéis. Aproveito por oportuno, para lhe convidar a contribuir com o projeto que estou construindo, cujo título é Brasil: Ditadura Nunca Mais.

Nesse sentido, peço seu apoio e engajamento, viabilizando artigos, livros, discos, filmes, listas de nomes de pessoas de Ipiaú e região que possam ajudar com relatos e materiais, enfim.

O objetivo desse projeto é despertar a sociedade para a participação no processo de manutenção dos direitos e garantias conquistados e pela sua ampliação. Fazendo com que a população em geral valorize a trajetória de luta que levou a essas conquistas.

O nosso direito de votar não foi nenhum presente. É fruto de luta, morte e suor de muita gente.

Assim, aproveito para comentar o artigo msobre a candidatura de Tiririca, o qual considero pertinente. Votar e ser votado é um direito conquistado e que deve ser valorizado. Cabe a sociedade como um todo saber votar para evitar que candidatos incompetentes e desonestos sejam eleitos e isso independnete dce saber falar ou andar bem vestido. Honestidade para mim, não se aprende na escola, é uma questão de índole. Voce aprende ter equilíbrio, a não ser mau. Mas se não tiver a capacidade de se tratar na raiz, na primeira oportunidade os cifrões subirão a cabeça e a pessoa usurpará do povo, do outro ou tomará o poder na força.

Grande abraço.

Saudações eco-humanistas.

Emídio Souza Barreto Neto