LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Kátia abreu ganha prêmio “Motosserra de ouro”




A senadora Kátia Abreu (DEM-TO) foi surpreendida ao receber um prêmio desagradável na Conferência do Clima da ONU (COP-16), que está acontecendo em Cancún, no México. Nesta quartafeira foi agraciada com o troféu “Motosserra de Ouro”, condecoração que uma militante do Greenpeace tentou entregar à senadora na saída do hotel onde a representante do agronegócio está hospedada. Para a ONG ambiental, a honraria seria um símbolo “de sua luta incansável pelo esfacelamento da lei que protege as florestas do país”.
“A senadora desprezou o agrado, visivelmente irritada, e deixou para a ativista apenas os comentários irônicos de seus assessores”, registrou o site oficial do
Greenpeace. “A Cesar o que é de César”, acrescentou, explicando que a premiação foi concedida “por sua defesa ferrenha de mudanças no Código Florestal em prol de mais desmatamentos no Brasil”. Com indumentária indígena, uma militante abordou Kátia
Abreu com a réplica de uma motosserra pintada de dourado. No twitter, a presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), lamentou ter encontrado na COP-16, “aqueles que fazem teatro em torno do meio ambiente para manterem seus salários.”
A senadora do DEM já classificou a reserva legal como um "corpo estranho" na propriedade rural que afeta o lucro. A reserva legal varia de 20% a 80% do
tamanho da propriedade. Na Amazônia é de 80% e na Mata Atlântica, de 20%.

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