LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Lula bate recorde e acaba mandato com aprovação de 87%



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem aprovação de 87% da população, a maior registrada até agora, ao fim dos seus oito anos de mandato. É o que constatou pesquisa do Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice de brasileiros que aprovam o governo é de 80% e o dos que confiam no presidente é recorde: 81%. No Nordeste, o percentual de aprovação de Lula ao
final dos oito anos de mandato bateu nos 95%.
Entre as pessoas ouvidas, 62% acham que a presidenta eleita, Dilma Rousseff, fará um governo ótimo ou bom. Na comparação com o governo Lula, 18% consideram que a administração de Dilma será melhor, 58% que será igual e 14% que será pior.
Segurança aprovada Pela primeira vez, desde março de 2006, o percentual de aprovação da politica de segurança pública (49%), superou o de desaprovação (46%). De acordo com o gerente da Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento da CNI, Renato da Fonseca, isso pode ser atribuído à atuação das Forças Armadas nas favelas do Rio de Janeiro ocupadas pelo tráfico de drogas.
Além da popularidade do presidente e do governo federal, a política de juros contou com aprovação de 46% da população, o combate à fome e à pobreza teve percentual
de 71% e o combate ao desemprego, 66%. Nos três aspectos, os percentuais foram os melhores da série histórica iniciada em 2003.
Saúde é prioridade O combate à inflação termina o ano com aprovação de 56%. O desempenho do governo Lula na área de impostos foi desaprovado por 51% dos entrevistados e as políticas de saúde pública mereceram aprovação de 54%.
A sondagem também detectou que a saúde é a maior prioridade para os eleitores. Cinquenta e um por cento deles indicaram esta área como fonte de suas preocupações.
Na sequência aparecem a educação, com 11%; a segurança pública, com 7%; o combate às drogas e o combate à fome e à pobreza, ambas com 6%; o combate à corrupção, com 5%; e a geração de empregos, com 4%. A pesquisa foi feita entre os dias 4 e 7 de dezembro, com 2002 pessoas, em 140 municípios. (Com Agência Brasil)
Governo Lula bate recorde e acaba mandato com aprovação de 87%
Antonio Cruz/ABr

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