LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quinta-feira, 31 de março de 2011

A mídia tenta jogar Dilma contra Lula. “Não morder a isca” é o recado de Emiliano no site da Carta Capital

As tentativas são muitas. De terrorista e guerrilheira, Dilma Rousseff passou a ser mulher decidida e capaz. Lula só fala português (esse idioma desprezível...) e Dilma recebe Obama em inglês. Antes, Dilma era uma teleguiada de Lula, agora tem estilo próprio e não se subordina ao ex-presidente-operário. Como diz Paulinho da Viola, “as coisas estão no mundo, minha nega, só é preciso entendê-las”. A mídia passa batida nas coisas que estão no mundo. É inútil separar Dilma de Lula. São personalidades diferentes, estilos diferentes, mas, Dilma é a continuação do projeto político transformador iniciado por Lula. Essa é a questão essencial.

“Dilma seguirá com as políticas destinadas a superar a miséria no Brasil, tal e qual o fez Lula nos seus oito anos de mandato, coisa que até os adversários reconhecem, e o fazem porque as evidências são impressionantes. Mexeu-se para melhor na vida de mais de 60 milhões de pessoas, aquelas que saíram da miséria absoluta e as que ascenderam à classe média. Agora, a presidenta pretende aprofundar esse caminho, ao situar como principal objetivo de seu mandato combater a miséria absoluta que ainda afeta tantas pessoas no Brasil. Essa é a principal marca de esquerda desse projeto: perseguir a idéia de que é possível construir, pela ação do Estado, um país mais justo, que seja capaz de estabelecer patamares dignos de existência para a maioria da população. O desenvolvimento tem como centro a distribuição de renda, e o crescimento econômico deve estar a serviço disso. Aqui se encontram Dilma e Lula. O resto é procurar pêlo em ovo”.

LEIA NA ÍNTEGRA EM CARTA CAPITAL
http://www.cartacapital.com.br/politica/nao-morder-a-isca

Nenhum comentário: