LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 19 de abril de 2011

Dilma vai à China



Dilma Presidente

 Segunda-feira, 18 de abril de 2011


A primeira viagem da presidenta Dilma à China já rendeu muitos frutos para as relações entre os dois países e vai render muito mais.

Foram firmados acordos comerciais que abrem o mercado chinês, o que mais cresce no mundo, para produtos brasileiros.

Além disso, foram anunciados grandes investimentos chineses no país em diversas áreas, como tecnologia e processamento de soja que somam mais de 12 bilhões de dólares.

A viagem ainda possibilitou a assinatura de acordos bilaterais na área de infraestrutura, no âmbito do PAC, da Copa 2014 e das Olimpíadas 2016, assim como acordos de cooperação nas áreas de política, defesa, ciência e tecnologia, recursos hídricos, esporte, educação, agricultura, energia elétrica, telecomunicações e aeronáutica.

O governo chinês também reiterou o apoio à reforma do Conselho de Segurança da ONU, tema prioritário na política externa do Brasil, que se coloca como candidato a titular do órgão.

E demonstrando suas preocupações com a situação econômica mundial e a importância crescente do bloco, a presidenta Dilma Rousseff e os demais chefes de Estado dos países que compõem o Brics –  Rússia, Índia, China e África do Sul – defenderam mudanças no sistema monetário internacional, com o estabelecimento de um sistema estável, confiável, com ampla base internacional de reserva.

Ao divulgar as vantagens de se investir no país e firmar acordos nos mais diversos setores, a viagem da presidenta Dilma demonstrou a força e o potencial do Brasil para os chineses.
 

Equipe Dilma.com.br

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