LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 26 de abril de 2011

Listas pré-ordenadas nas eleições proporcionais fortalecem campo popular

Com elegância, Nilmário Miranda, presidente da Fundação Perseu Abramo, discordou do jornalista Mauro Santayanna, que publicou artigo no site Conversa Afiada, considerando “um golpe no sistema democrático” a proposta de listas pré-ordenadas de candidatos nas eleições proporcionais.

Nilmário Miranda argumenta que países como Portugal e Espanha adotam o sistema proporcional com listas pré-ordenadas, com bom resultado. O atual sistema adotado no Brasil apresentou distorções como o financiamento privado, que gerou participação irrisória das mulheres, negros, camponeses, das classes populares em geral.

Miranda defende que o sistema de listas pré-ordenadas é democrático e privilegia programas políticos, projetos nacionais, como no Uruguai. Claro, as listas devem ser montadas com transparência.

Ele considera fundamental instituir o financiamento público das campanhas. “Senão os 40 ruralistas que detém 50% das terras agricultáveis do país, concessões de TV e rádio em suas regiões, redes de escolas e faculdades privadas continuarão elegendo 100 deputados, e os 15 milhões de trabalhadores da agricultura familiar elegerão três ou quatro deputados. Sem falar dos 220 povos indígenas que, pelo sistema atual, dificilmente terão pelo menos um representante no Congresso”.

VALE A PENA LER NA ÍNTEGRA

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