LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

domingo, 29 de maio de 2011

Lançamento do livro e da exposição fotográfica “Esta Bahia nunca mais”

Lembrar para nunca mais acontecer

 

No dia 3 de junho, às 16h, na Reitoria da UFBA, será lançado o livro e a exposição fotográfica "Esta Bahia nunca mais", celebrando os 10 anos do Maio Baiano. Não estávamos no período da ditadura militar, mas a repressão sofrida por estudantes, movimentos sociais e políticos de esquerda parecia com o regime militarista vivido pelo país nas décadas de 60 e 70. Uma série de fatos marcou o mês de maio de 2001, quando a sociedade baiana foi às ruas em protesto ao caso da violação do painel do senado e contra o cenário político da época.

 

O parlamentar petista, Marcelino Galo, apoia a iniciativa e destaca a atuação dos envolvidos nas manifestações e a intervenção da polícia - que resultou em cenas de violência e desrespeito às pessoas e instituições como a UFBA. "Temos que lembrar o que aconteceu para que assim possamos evitar que novos confrontos como esse aconteçam em uma sociedade democrática e que tem todo o direito de se expressar. A sociedade atual não pode fechar os olhos para o que aconteceu na UFBA em 2001, centenas de pessoas ainda convivem com os traumas deixados pelas bombas e cassetetes tiranos, isso não se pode esquecer", declara Galo.

 

Em consequência da abordagem policial, a situação ganhou repercussão nacional e apoio de diversos setores da sociedade. As ações chegaram a envolver milhares de pessoas, que se somavam ao longo de cada ato. As cenas chocaram o país e a indignação prevalece até os dias de hoje.

 

Informações do CAA


Ascom do deputado Marcelino Galo

71 3115 7253

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