LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 3 de maio de 2011

Marcelino Galo participa do debate de segurança pública na Bahia


Em sessão ordinária na manhã desta terça-feira (3), da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o deputado Marcelino Galo (PT) parabenizou o secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, que apresentou o Plano Estadual de Segurança Pública e o novo modelo de combate à violência, para os próximos quatro anos. Galo ressaltou a importância de seguir consolidando a nova cultura política do Estado, onde o gestor público presta contas e estabelece um diálogo democrático com a sociedade. "O estado da Bahia agora tem um plano de segurança transversal, que oferece serviço público aos pobres que moram em comunidades com situações de risco", afirma o parlamentar.

 

Durante a exposição, Barbosa apresentou os índices das ocorrências de homicídios, que somente na capital baiana representam 63% dos crimes desta natureza registrados em toda a Bahia, além do andamento das ações do programa Pacto pela Vida para alcançar a redução da criminalidade e da violência. O programa tem ênfase na prevenção social e sua principal meta é a garantia do direito à vida. "O que queremos é acabar com a sistemática do crime organizado, não temos a ilusão de que o tráfico pulverizado irá acabar da noite para o dia, mas sim com a maturação desse projeto", avalia Maurício. 

 

Para o deputado petista, ações estruturantes como estas, a médio e longo prazo, surtirão efeito no combate à criminalidade, mas é importante lembrar que a segurança pública é uma questão social. "Não podemos esquecer da dignidade dos presos, é impossível se fazer segurança pública sem direitos humanos. Jogar o preso como se fosse um lixo, não vai resolver nossos problemas nem ressocializar ninguém", finaliza Marcelino Galo. 

 

Outro ponto debatido foi a realização de grandes operações, como a ocupação por bases comunitárias de segurança, baseadas nas Unidades de Polícia Pacificadoras (UPP's) do Rio de Janeiro, nos bairros do Nordeste de Amaralina, Calabar e Alto das Pombas, onde já se consegue perceber uma redução nos índices de criminalidade, o fortalecimento da ronda nos bairros e a formação e valorização profissional.

 

Texto e Foto de Keila Ramos Pereira

Ascom do deputado Marcelino Galo

71 3115 7253


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