LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

domingo, 26 de junho de 2011

Ex-ministro José Graziano é eleito novo diretor-geral da FAO


Lisandra Paraguassu - O Estado de S. Paulo
O ex-ministro do governo Lula José Graziano foi eleito neste domingo, 26, novo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês). Ele venceu a disputa com o ex-chanceler espanhol Miguel Ángel Moratinos por 92 votos a 88. Alessandro Di Meo/Efe
Graziano vai suceder o senegalês Jacques Diouf
Inicialmente, ainda concorriam Franz Fischler, da Áustria (10 votos), Indroyono Soesilo, da Indonésia (12 votos), Abdul Latif Rashid (6 votos), do Iraque, e Mohammad Saeid Noori Naeini, do Irã (2 votos), que retiraram suas candidaturas antes da fase final.
Graziano vai suceder o senegalês Jacques Diouf, eleito pela primeira vez em 1993 e reeleito três vezes para mandatos de seis anos. Seu longo mandato provocou discussões sobre a necessidade de limitar o tempo de permanência no posto mais alto da FAO, a maior agência da ONU. O ex-ministro vai assumir o cargo no início de 2012 e permanecerá até 31 de julho de 2015. À frente do futuro diretor-geral haverá o desafio de reduzir ou erradicar a fome no mundo, em um momento de alimentos caros que colocam a vida de milhões de pessoas em risco.
O novo líder estará também sob pressão - inclusive do maior contribuinte da FAO, os Estados Unidos - para promover reformas que reduzam a burocracia e os gastos da entidade. "Apenas se completarmos o processo de reforma de uma maneira real e vigorosa vamos eliminar a burocracia na FAO", disse Ertharin Cousin, embaixadora norte-americana para as agências da ONU, em Roma. Há anos os EUA defendem uma reforma na FAO.

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