LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sexta-feira, 1 de julho de 2011

01.07.2011 - Marcelino Galo lembra as mulheres da Independência da Bahia

A Independência da Bahia foi um movimento popular que começou em 1821 e teve o desfecho exatamente em 2 de julho do ano de 1823, motivado principalmente pelo sentimento federalista emancipador de seu povo. A data é celebrada por todo o Estado e tem na capital seu ápice com desfiles cívicos e religiosos, que lembram alguns símbolos populares da independência como o Caboclo e a Cabocla. O deputado estadual Marcelino Galo (PT), lembra da data citando as mulheres que participaram ativamente das lutas pela emancipação da Bahia das amarras de Portugal.

 

"É importante lembrar o papel fundamental que tiveram Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa. Essa última comandou cerca de 40 mulheres num ato de ousadia e habilidade, que resultaram na queima de 42 barcos da esquadra, permitindo ao povo de Salvador a supremacia nos embates e a definição da situação, com a vitória sobre as tropas da dominação Portuguesa", assegura o parlamentar petista, que ainda ressalta que os livros de história ignoram esse fato histórico por Maria Felipa ser negra.

 

Galo ainda lembra dos feitos de Maria Quitéria e Joana Angélica que impulsionaram o 2 de julho. "A primeira se vestiu de homem (utilizando inclusive o nome de Soldado Medeiros) para lutar junto às tropas brasileiras e ao final como forma de reconhecimento, ela recebeu fardamento especial composta por uniforme azul, saiote e capacete com penacho. A madre Joana Angélica, por sua vez, não permitiu a entrada no convento do exército português. Ela colocou seu próprio corpo como obstáculo e foi assassinada na porta do convento".

 

O deputado baiano completa dizendo que "hoje é preciso que todos compreendam a dimensão desta data e a importância das comemorações e desfiles cívicos não ficarem apenas na capital baiana". "É preciso que a população tome as ruas do interior, não apenas para enfatizar o patriotismo, mas, sobretudo, para preservar as tradições e a história deste povo lutador".

 



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