LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sexta-feira, 29 de julho de 2011

‘Jobim está contra o nosso projeto’

27 de julho de 2011 às 13:46h O ministro da Defesa, Nelson Jobim (PMDB), declarou na terça-feira 27 ter votado em José Serra nas eleições presidenciais de 2010, quando o tucano concorreu com sua atual "chefe", Dilma Rousseff. No governo desde 2007, o ministro afirmou ser amigo íntimo do tucano, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, e disse que a tanto a presidenta como o antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, sabiam de seus laços com o ex-governador paulista.
As declarações já começam a repercutir entre os petistas, em meio às pressões para que a presidenta demita o subordinado. Para o deputado Emiliano José (PT-BA), Jobim cometeu um "grande equivoco" ao não defender o governo do qual fazia parte. "Na política não há muros: ou se participa de um projeto político e contribui para o mesmo ou não", diz. "Por mais que um voto não mudasse a eleição, ele [Jobim] deveria estar de corpo inteiro no projeto e ser solidário politicamente".
Na entrevista, o ministro ainda revelou ter recusado um convite para participar de um programa eleitoral de Dilma Rousseff por razões pessoais. "Sou amigo íntimo do Serra. Ele foi meu padrinho de casamento, eu morei com ele algum tempo aqui em Brasília e nos damos muito bem", afirmou.
No entanto, para Emiliano José, a relação pessoal de Jobim não justifica sua atitude. "É preciso tomar cuidado para não confundir amizade com opção política. Ele revelou que estava torcendo, e votando, para que o outro ganhasse a eleição", afirma. "Alguém que participa de um projeto político e comunga com seus ideais não tinha o direito de votar contra o mesmo".
Segundo José, o voto de Jobim evidencia uma afiliação ao que chama de "projeto neoliberal do PSDB", ao qual o governo "discorda profundamente''. "Ele estava defendendo um candidato que representava a direita brasileira naquele momento, com um pensamento conservador e favorável a um projeto privatista, contra os interesses do povo brasileiro".




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