LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Cientista político de universidade do Canadá entrevista Marcelino Galo


Um comparativo das mudanças do cenário político da América Latina com o recorte dos estados da Bahia (Brasil) e de Oaxaca (México), contando a história da decadência do carlismo e da construção de uma nova hegemonia com a participação popular pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Com esse tema, o professor do Departamento de Ciências Políticas da Universidade de Québec em Montreal, no Canadá, Julián Durazo Herrmann, entrevistou o deputado estadual Marcelino Galo na manhã desta quarta-feira (3), no gabinete parlamentar na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).

 

O professor universitário canadense trabalha em seu projeto de pesquisa em Salvador até o dia 17 de agosto, onde também ouvirá os movimentos sociais do campo nestes últimos anos (2000 a 2010). "Estou desenvolvendo essa pesquisa para comparar as mudanças ocorridas tanto na Bahia quanto no estado mexicano de Oaxaca, onde também temos uma situação parecida com a da Bahia, onde um cacique é que detinha todos os poderes políticos e que comandava com austeridade", declara o cientista político Julián Durazo. Segundo ele, a pesquisa fará parte de artigos científicos que serão publicados em livros acadêmicos e revistas especializadas na política da América Latina.

 

Para entender melhor a natureza e as circunstâncias deste processo, Durazo procurou alguns agentes sociais que participaram e participam dessas mudanças políticas no estado. No caso de Marcelino Galo, o parlamentar explicou como se deu a derrocada do carlismo e deu exemplos de participação popular e dos novos rumos que a política baiana alcança. "Discorremos a respeito da situação pós-ditadura, da participação de Antonio Carlos Magalhães na política da Bahia e de assuntos ligados ao avanço popular que o ex-presidente Lula teve no mundo, inclusive sendo de fundamental importância para a eleição de Jaques Wagner para governador em 2006".

 

Trechos da entrevista com o cientista política canadense serão disponibilizados nas redes sociais do parlamentar petista e podem ser conferidos também no site Youtube, no link: http://www.youtube.com/watch?v=VVqVvbVsEDE. Para conhecer mais do perfil do professor Julián Durazo acesse o link do site da Universidade de Quebéc em Montreal: http://www.politique.uqam.ca/corps-professoral/professeurs/163-durazo-herrmann-julian.html

 

Ascom do deputado Marcelino Galo

71 3115 7253

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