LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Licença maternidade será ampliada para servidoras Reda


 

Depois de comemorar a aprovação do Projeto de Lei (PL) nº 18.584/2010 que amplia os períodos de licenças à gestante e por adoção para 180 dias, para as servidoras públicas, o deputado estadual Marcelino Galo (PT) encaminhou indicação à Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), nesta segunda-feira (24), para beneficiar também as servidoras sob o Regime Especial de Direito Administrativo (Reda).

 

A licença maternidade foi aprovada na íntegra em maio deste ano. "Agora o benefício estará completo, pois atinge todas as servidoras do nosso Estado", afirma o parlamentar, que ainda lembra a necessidade de ampliar este direito para todas as trabalhadoras baianas. "O governo do Estado tem o dever de dar o exemplo para sensibilizar as empresas e toda a sociedade na ampliação dos direitos para todas as mulheres trabalhadoras", completa.

 

Saúde do bebê

Com a ampliação da licença maternidade para 180 dias, a mãe tem dois meses adicionais para amamentar o bebê e ampliar o vínculo afetivo. Estas recomendações atendem a Organização Mundial Saúde (OMS), assim como ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) que afirmam que todo recém nascido dever receber como alimento, única e exclusivamente, o leite materno que propicia condições adequadas ao pleno desenvolvimento físico, mental e emocional da criança. "Antes, com uma licença de quatro meses, a mãe se via obrigada a introduzir o uso da mamadeira ainda na fase vital do leite materno para alimentar seu bebê enquanto estava fora", lembra Marcelino Galo.



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