LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Caso Chevron: Dilma fica irritada

A presidente Dilma Rousseff decidiu endurecer com a Chevron em reunião que ocorreu no Palácio do Planalto. Segundo relatos feitos ao GLOBO por auxiliares que participaram da reunião, Dilma demonstrou grande contrariedade com a falta de equipamentos da petrolífera americana para atuar no Campo do Frade. Ela demonstrou irritação também com as informações incorretas sobre o acidente no fundo do mar repassadas ao governo e à Agência Nacional do Petróleo (ANP) pela Chevron.

Na reunião, a presidente Dilma deixou claro que esse acidente, apesar de proporções bem menores do derramamento de óleo que ocorreu no Golfo do México, deve servir como exemplo para evitar erros futuros de empresas petrolíferas estrangeiras e até mesmo a Petrobras.
"Quer vir para cá, operar no Brasil, venha! Mas tem que trabalhar sério, com rigor. É preciso deixar claro que aqui as regras são sérias e servem para todos. Não dá para operar no Brasil e fazer o que quiser", teria dito Dilma.
A presidente teria ficado extremamente incomodada com o relato de que a Chevron não tinha os equipamentos necessários para cortar os tubos e fazer a cimentação completa do poço. E também porque o fluxo de informações foi inadequado. A ANP foi informada que o vazamento inicial era de apenas 24 barris/dia, quando na verdade o vazamento era de 300 barris/dia.
Foi Dilma que determinou que a ANP fizesse uma análise criteriosa das punições possíveis. Com isso, a ANP vai estudar tirar da Chevron o grau de operadora classe A. Outra punição levantada no Planalto, é que a empresa americana agora corre o risco de perder a operação do Campo de Frade.
"Não faremos nada fora da lei. Mas dentro da lei tudo será feito com rigor", determinou. Fonte: Globo Economia.

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