LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O que Dilma dirá ao G-20


Ontem, na solenidade “As empresas mais admiradas”, realizada pela Revista Carta Capital, a presidenta Dilma Rousseff fez uma espécie de avant-premiére do que será sua fala na reunião do G-20, que se inicia quinta-feira, em Cannes, na França.
Creio que haverá três pontos-chave na sua fala.
A primeira, propor – certamente diante de ouvidos moucos – que a crise seja enfrentada sem medidas recessivas, as mesmas que não deram certo nunca. “Se todos fizerem ajustes recessivos, a recessão será uma profecia autorrealizável”, adiantou Dilma.
A segunda, que será mencionada e seguirá mais forte nos diálogos bilaterais, é a de que o Brasil ajudará num projeto de recuperação que leve em conta o aquecimento da economia européia, mas dentro de um quadro institucional, via FMI, com o correspondente apoio da Europa á reestruturação de poder dentro do Fundo e à mudança de seus enfoques econômicos. Para esta, os ouvidos já não poderão ser “de mercador”, porque eles precisam e já viram que a China não virá com seu dinheirinho ajudar tão fácil assim.
Por fim, Dilma vai apontar o Brasil como destino favorável aos capitais sem emprego seguro nas economias centrais, ressaltando a força de nosso mercado interno, a solidez de nossos fundamentos econômicos e a perspectiva de reaceleração do crescimento a partir do início do ano que vem, animada por nosso consumo doméstico.
PS. Leia mais sobre as condições da ajuda do Brasil à União Europeia aqui

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