LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Deputado Marcelino Galo critica cisternas de PVC e fim do convênio com a ASA

Diante das polêmicas envolvendo o fim do convênio da Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA) e o governo federal, e o início das implantações das cisternas de PVC pelo Ministério da Integração, o deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Marcelino Galo, criticou a desistência do contrato e citou pontos negativos da cisterna de plástico. "Esse processo utilizando o PVC ainda não foi explicitado e a autonomia da população fica comprometida, já que a família depende da empresa que construiu a cisterna para gerir o recurso natural", pontua.

 

Galo considera a construção de cisternas como vinha acontecendo pela ASA como uma obra social, "onde envolve a família favorecida e os benefícios que a água trará para sua vida, é uma obra de engenharia e o processo é multiplicando para outras famílias. O sucesso da ação da ASA por meio do Programa Um Milhão de Cisternas [P1MC e P1+2] está na participação das famílias como protagonistas de sua história. No fazer e ser parte do processo".

 

No semiárido, a partir do envolvimento das famílias, em torno de tecnologias simples, baratas e de grande impacto, foram sendo construídas cisternas de placas. De algumas dezenas, passaram para centenas e hoje são cerca de 350 mil reservatórios. Uma revolução silenciosa, resultado de uma ação conjunta da sociedade civil organizada, dos governos federal, estaduais e municipais e de vários outros parceiros, inclusive bancos e empresas.

 

Ato público em Petrolina

Um ato público está marcado para a próxima terça-feira (20) na cidade de Petrolina (PE) para reafirmar a importância da sociedade civil na construção de políticas públicas de convivência com o Semiárido. O ato foi motivado pela declaração do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), no dia 8 de dezembro, de que o aditivo já anunciado e publicado no Diário Oficial da União, para continuidade dos programas da ASA (P1MC e P1+2), não será concretizado, sob a argumentação de que o governo está revendo seus arranjos para o Plano Brasil sem Miséria.

 

A articulação está mobilizando 10 mil pessoas de todo o Semiárido, entre agricultores e agricultoras e organizações da sociedade civil. A cidade de Petrolina foi escolhida para sediar o evento devido tanto à localização geográfica, que permite concentrar um grande número de pessoas de outros estados do Semiárido, como pela história de luta de diversas organizações da região.

 

Ascom do deputado Marcelino Galo

71 3115 7253





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