LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Deputados petistas criticam a censura




quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Do sítio da Liderança do PT na Câmara Federal:

Parlamentares da bancada do PT na Câmara criticaram em pronunciamento no plenário o "silêncio da mídia" ao ignorar o lançamento do livro "Privataria tucana", do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que chegou às livrarias na última semana.

O livro, de 343 páginas, denuncia com riqueza de detalhes e devidamente documentadas, falcatruas cometidas nos processos de privatizações de empresas públicas durante o governo FHC (1995-2002).



Para o deputado Amauri Teixeira (PT-BA), "o Partido da Imprensa Golpista (PIG), que inclui a Revista Veja, o jornal O Globo e a Folha de São Paulo, entre outros, ignorou as denúncias feitas no livro, que são comprovadas documentalmente, sobre a corrupção tucana".

"Gostaria que a mídia desse o mesmo destaque a esse fato, como faz quando destaca que a presidenta Dilma Rousseff tem que tomar alguma atitude. A diferença é que, quando há denúncia, o governo federal inicia investigação e, constatando que a denúncia é válida, expurga o denunciado, mostrando que não se coaduna com a corrupção", frisou Amauri Teixeira.

Já no caso do governo de São Paulo, continuou o deputado Amauri Teixeira, "quero saber quais foram os secretários denunciados que foram expurgados. Quero saber que providências tomarão contra a filha de José Serra, que, associada à filha de Daniel Dantas, fraudou e lesou o cadastro de 60 mil brasileiros, utilizando-se indevidamente de órgão público para quebrar o sigilo fiscal dos brasileiros", finalizou.

Já o deputado Cláudio Puty (PT-PA) lembrou que a "grande negociata" das privatizações do governo FHC foi denunciada pela primeira vez pelo jornalista Aloysio Biondi, no livro Brasil Privatizado, em dois volumes. "Biondi relatou detalhadamente como foi a entrega do patrimônio a preço de banana e o envolvimento de figuras coroadas do PSDB. Agora, o livro de Amaury traz a sistematização e documentação do que já era conhecido desde o início dos anos 2000", disse.

Sobre o fato de a mídia ignorar o lançamento do livro, o deputado Cláudio Puty reiterou que isso apenas confirma a importância da proposta do PT, de democratização e controle social da mídia, "para que possamos ter uma mídia mais comprometida com a verdade".

Para o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) o silêncio da mídia revela "cumplicidade". "O silêncio da mídia tradicional frente a todo o material publicado revela cumplicidade espantosa, afinidade e confirma a gravidade do que o livro traz. Por outro lado, documentos muito menos consistentes têm sido suficientes para pautar os grandes veículos de comunicação do Brasil", ressaltou.

O livro de Amaury Ribeiro Jr. mostra o esquema de lavagem de dinheiro e pagamento de propina, devidamente documentado, em que o ex-governador de São Paulo, José Serra, aparece como personagem central. O livro mostra o envolvimento de amigos e parentes do tucano paulista em operações financeiras suspeitas durante o processo de privatização.

Nenhum comentário: