LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sábado, 10 de dezembro de 2011

Emiliano abre reunião plenária defendendo a política e a democracia


O deputado Emiliano (PT-BA) saúda companheiros e companheiras. Agradece em especial aos que vieram de municípios de mais de mil quilômetros de distância. Saúda Waldir Pres, vereadora Vânia Galvão, muitos vereadores do interior, prefeito de Camaçari Luiz Caetano. A mesa está formada.

Ele fala do simbolismo deste tipo de reunião plenária, que é da cultura política do PT. Significa que o mandato parlamentar não é algo que dependa apenas das qualidades pessoais do parlamentar e sim de cada um dos que construíram o mandato. Estamos aqui para prestar contas. É uma obrigação. Tivemos que diminuir um pouco o tamanho da plenária, mas, aqui estão presentes lideranças políticas de mais de 50 municípios da Bahia, diz ele.

É claro que todos aqui conhecem meu pensamento, mas querem falar. Ele se referiu aos seus 118 pronunciamento na Câmara Federal. Repete que seu mandato é para fazer política no sentido mais amplo, vota com seu partido, vota com sua bancada. Também defende os interesses dos municípios que representa, defende o legado de Lula, o governo de Dilma, o governo de Wagner.

Emiliano considera que vivemos um momento especial no mundo, por causa da crise econômica gerada no coração do captalismo, EUA e Europa, cujos remédios acabam por agravar a crise e não resolvê-la, os mesmos interesses do capital financeiro é que prevalecem.

Importante lembrar que esta crise é a mais grave crise econômica do capitalismo depois de 1929, de longa duração, nós, da America Latina temos mais a dizer ao mundo em relação aos os caminhos de enfrentamento, do que Europa e EUA. Não temos mais lições a receber deles. E nosso embate é pela democracia, assunção da democracia e deposição das armas.

O Brasil vive um momento rico, o mais rico de nossa historia. Sou um dos coodenadores da luta pela democratização da mídia. A mídia brasileira decidiu que único problema do Brasil é a corrupção e não há mais nada além disso. Um ministro cai, pela ação da mídia, e depois não se fala mais nele, na verdade, trata-se do combate sistemático da mídia brasileira a qualquer governo reformista, de esquerda, porque ela, a mídia funciona como uma espécie de partido político. A oposição mesmo é pequena. É a mídia que faz oposição, que faz parecer que é o Brasil é o antro da corrupção, não fala do Brasil que mudou a vida de milhares de pessoas.

No exterior tem-se muita admiração pelo Brasil. O povo reconhece, mas pelo cenário da mídia não há reconhecimento. Mexemos na condição de vida de nosso povo. Nosso caminho é mudar o Brasil. Nossos governos tem dado transparência aos atos. A mídia usa essas informações para fazer escandalos midiáticos. O Estado tem instrumentos fortes de combate à corrupção.

Temos às portas uma eleição para prefeito. Absolutamente essencial para a vida de nosso povo, para mexer pela política, para melhorar a vida de nossa gente. Temos que ter maioria nas prefeituras, nas câmaras. O PT tem 90 entre 513 deputado, 81 prefeitos entre 417 municpios. Temos que crescer. Eleger vereadores e vereadoras para fazer crescer nossa força política. Contribuir para eleição em 2014, temos que aumentar nossas bancadas, para depois não chorarmos pelas alianças, que são feitas pela correlação de forças.

Cada candidato nosso, cada vereador do PT tem que se perguntar: Qual é o meu projeto para minha cidade?


Fonte: Bahia de Fato

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