LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Rádios comunitárias no debate sobre marco das comunicações


Um dos coordenadores da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e Direito à Comunicação, a Frentecom, o deputado federal Emiliano José (PT-BA) participou nesta terça-feira, de audiência pública para discutir o serviço de radiodifusão comunitária. Durante a reunião, Emiliano sugeriu ao conjunto de entidades presentes a ampliação dessa discussão para o novo Marco Regulatório das Comunicações. "As Rádios Comunitárias apresentam questões essenciais no sentido de um marco específico para esse setor. No entanto, esse tema precisa ser agregado a uma discussão mais ampla, que não diz respeito só às rádios comunitárias. É preciso enquadrá-las no novo Marco Regulatório das Comunicações. O movimento social precisa despertar a nação para a importância do direito à comunicação e como o marco regulatório do setor pode fazer avançar a democracia no Brasil", explicou o petista.

Na opinião do parlamentar, tanto as entidades quanto o governo devem ter a preocupação em estabelecer critérios que definam quem vai deter a concessão de rádios comunitárias no país. Emiliano alertou também sobre a dificuldade de se fazer esse debate no Congresso Nacional. "Além do aparato da velha mídia em controlar as rádios comunitárias, grupos políticos detêm o controle de veículos de comunicação", constatou.
Já o representante da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), José Sóter, afirmou que a entidade está negociando com o Ministério das Comunicações no sentido de revisar a Portaria 462/11 que regulamenta o serviço de radiodifusão comunitária. "É preciso retirar os entraves contidos na portaria e formular uma nova proposta que realmente regulamente as rádios comunitárias", disse.


por e-mail

Nenhum comentário: