LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

domingo, 8 de janeiro de 2012

A catástrofe deu chabu


Fernando Brito, via Tijolaço

Da pesquisa sobre a expectativa das famílias brasileiras, divulgada na quinta-feira, dia 5, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea):

“As famílias brasileiras chegaram ao fim de 2011 mais otimistas sobre a situação socioeconômica do País. O Índice de Expectativas das Famílias de dezembro, calculado pelo Ipea, subiu para 67,2% em dezembro de 2011. No mesmo mês de 2010, ele havia fechado em 64,6%. Já em novembro de 2011, o IEF havia ficado em 63,7%. O índice de dezembro igualou a maior expectativa apurada na série – em janeiro de 2011 – também 67,2.”

Reparem: é maior que em 2010 e igualou o maior índice da história, na pesquisa que pode ser vista aqui, na íntegra.
Isso com um ano inteiro de más notícias, fossem elas verdadeiras, meias-verdades ou simplesmente falsas. Crise mundial, inflação em alta, dólar subindo, assassinato serial de ministros e Miriam Leitão todo dia.
Aliás, quando maior a informação, maior o otimismo: entre os que têm curso superior incompleto (73%) e completo (69%).
E mesmo entre os menos informados, de renda mais baixa, embora o otimismo seja um pouco menor (52%) – difícil ser otimista na pobreza – 79% acham que a situação da família estará melhor. No total, 78,6% dos brasileiros acham que a situação financeira da família vai estar melhor daqui a um ano.

Também é positiva a avaliação dos brasileiros sobre o que aconteceu com esta situação no ano que passou: 78,2% dizem que está melhor.

Já se disse, mas não custa repetir: otimismo é o melhor combustível para a expansão da economia.

Como se vê, o catastrofismo deu chabu.
 

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