LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Deputado que derrubou taxação de grandes fortunas tem patrimônio de R$ 7 milhões

(Matéria do jornal golpista : Jornal do Brasil)
Jorge Lourenço
No último (14/12), a Comissão de Seguridade da Câmara dos Deputados não votou o projeto que taxa grandes fortunas, velho pedido de quem defende a melhor distribuição de renda do país. Enquanto a oposição argumentava que seria melhor incluir o projeto na Reforma Tributária, seus defensores lembravam que o imposto já estava previsto na Constituição de 1988, mas tem sido ignorado desde então. A discussão, no entanto, não durou muito. O deputado Eleuses Paiva (PSD-SP) tratou de pedir a verificação do quórum da sessão, derrubando-a e adiando o andamento do projeto para o ano que vem. 
Dói no bolso
Coincidência ou não, Eleuses Paiva     do PSD- SP (ex-DEMO)  seria um dos afetados diretamente pela taxação de grandes fortunas. Nascido em Santos, o deputado tem seis fazendas e clínicas de medicina nuclear no interior de São Paulo. No total, o patrimôniodo parlamentar é de R$ 7,6 milhões.  Pelo projeto de lei, ele teria que passar a pagar R$ 14,4 mil em função da sua fortuna. 
Dói no bolso II
Uma das defensoras do imposto, a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) publicou um artigo no qual aponta que o imposto sobre grandes fortunas contribuiria com R$ 14 bilhões para a  a Saúde. De acordo com o projeto de lei, apenas pessoas com patrimônio superior a R$ 4 milhões serão taxadas. 

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