LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Parlamentares petistas elogiam aprovação da Lei da Ficha Limpa pelo STF

O líder do PT na Câmara, deputado Jilmar Tatto (SP), o Presidente da Frente Parlamentar Mista de Combate a Corrupção, deputado Francisco Praciano (PT-AM), e a deputada Erika Kokay (PT-DF), elogiaram a aprovação da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).


A decisão do Supremo, tomada na quinta-feira (16), torna inelegíveis, por oito anos, políticos que renunciaram ao mandato para fugir de processo de cassação e os condenados por órgão colegiado, independentemente de o caso ter sido ou não julgado em última instância.
“A decisão do STF é um avanço para a nossa democracia. Ela valoriza a necessidade da ética no exercício da política. Essa medida também vai incentivar a participação na política daquelas pessoas que pensam em servir à população e, ao mesmo tempo, inibir aqueles que querem entrar na política para se enriquecer”, destacou o líder Jilmar Tatto.
Já o presidente da Frente Parlamentar de Combate a Corrupção, Francisco Praciano, disse que a aprovação da Lei, apesar de importante, não pode ser considerada a solução para todos os problemas na política.
“Todos precisam fazer a sua parte. O judiciário, por exemplo, agilizando os julgamentos de políticos acusados de corrupção; os partidos políticos, filtrando as candidaturas ao lançar apenas quem tem a ficha limpa, e os eleitores, escolhendo com consciência os candidatos com histórico ético e compatível com o bom exercício da atividade parlamentar”, defendeu.
Em discurso no plenário da Câmara na sexta-feira (17), a deputada Erika Kokay ressaltou a importância da decisão do STF para o Distrito Federal. “Significa, penso eu, o fim de uma era, o fim de uma era no Distrito Federal que fez com que não sentíssemos que essa cidade nos pertencia. A era rorizista no Distrito Federal destruiu as políticas públicas como instrumento de conquista de cidadania”, lembrou.

Liderança do PT Câmara

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