LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 6 de março de 2012

Marcelino Galo indica construção de hospitais para tratamento do câncer na Bahia

 

A construção de unidades hospitalares especializadas no tratamento do câncer nos municípios de Salvador e Vitória da Conquista forma a indicação do deputado estadual Marcelino Galo (PT) encaminhada nesta terça-feira (6) ao governo estadual por meio da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). Segundo o parlamentar, em sua justificativa, "essas obras possibilitarão a descentralização e a regionalização da assistência à saúde da população, o que está previsto no Sistema Único de Saúde [SUS], buscando recursos junto ao governo federal no Ministério da Saúde".

 

Segundo Galo, o problema do câncer no Brasil ganha relevância pelo perfil epidemiológico que essa doença vem apresentando, e, com isso, o tema tem conquistado espaço nas agendas políticas e técnicas de todas as esferas de governo. "Nas últimas décadas, o câncer ganhou uma dimensão maior, convertendo-se em um evidente problema de saúde pública mundial. A Organização Mundial da Saúde [OMS] estimou que até o ano de 2030 pode-se esperar 27 milhões de casos incidentes de câncer, 17 milhões de mortes por câncer e 75 milhões de pessoas vivas, anualmente, com câncer. As consequências poderão ser devastadoras nos aspectos social e econômico. O câncer pode se tornar um grande obstáculo para o desenvolvimento socioeconômico de países emergentes como o Brasil", pontua o parlamentar petista.

 

Neste contexto, a Bahia precisa ampliar a rede assistencial existente para atingir a população residente no interior do estado construindo hospitais especializados de forma a descentralizar a assistência e regionalizar a política de atenção à saúde da população. "Isso já vem ocorrendo, mas o número crescente de casos faz crescer a necessidade de ampliação da rede assistencial, pública ou privada, em nosso estado. Portanto, a criação de hospitais especializados na Região Metropolitana de Salvador (Lauro de Freitas) e no interior (Vitória da Conquista) é urgente", completa.

 

Mais informações

Na peça apresentada na Alba, Galo indica que medidas preventivas devem ser implementadas imediatamente para reduzir a carga do câncer, como, por exemplo, o controle do tabagismo, contra os cânceres relacionados ao tabaco, e a vacinação para hepatite, contra o câncer do fígado.  "A prevenção e o controle do câncer precisam adquirir o mesmo foco e a mesma atenção que a área de serviços assistenciais, pois, quando o número de casos novos aumentar de forma rápida, não haverá recursos suficientes para dar conta das necessidades de diagnóstico, tratamento e acompanhamento", afirma o deputado em trecho da indicação.

 

Para o enfrentamento do câncer, são necessárias ações que incluam educação em saúde em todos os níveis da sociedade, promoção e prevenção orientadas a indivíduos e grupos (não esquecendo da ênfase em ambientes de trabalho e nas escolas), geração de opinião pública, apoio e estímulo à formulação de leis que permitam monitorar a ocorrência de casos.

 

Ascom do deputado Marcelino Galo

www.marcelinogalo.com

71 3115 7253




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