LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quarta-feira, 21 de março de 2012

Rio dos Macacos é lembrando no Dia de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial

 

O dia 21 de março é a data em que a comunidade negra internacional celebra o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. Entretanto, ainda são poucos os avanços que dizem respeito à participação de negros na sociedade e nas políticas públicas do Brasil. Na Bahia, nesta quarta-feira (21), o deputado estadual Marcelino Galo (PT), lembra do Quilombo Rio dos Macacos e do debate que tenta resolver o impasse entre a comunidade quilombola e a Marinha do Brasil.

 

A Marinha apresentou relatórios de órgãos como a Embasa e Ibama, que atestam "inviabilidade técnica para abastecimento de água" e "desmatamento e poluição da área", respectivamente. Entretanto, mesmo que o Incra conclua se tratar de comunidade quilombola, as famílias não poderão conviver no local por questões ambientais e impossibilidade de melhorar as condições de vida delas no local.

 

"Devemos aproveitar o dia e avançar nos debates em relação ao Rio dos Macacos, principalmente no que se refere à violação de direitos. Se for concluído que a comunidade é quilombola, simplesmente, será realizada a demarcação e titulação das terras. Está garantido pela Constituição, a partir do Decreto 4887/2003. Não há o que mais se discutir", pontua o parlamentar petista.

 

História do 21 de março

No dia 21 de março de 1960, na cidade de Joanesburgo, capital da África do Sul, 20 mil negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigavam a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam circular. No bairro de Shaperville, os manifestantes se depararam com tropas do exército. Mesmo sendo uma manifestação pacífica, o exército atirou sobre a multidão, matando 69 pessoas e ferindo outras 186. Esta ação ficou conhecida como o Massacre de Shaperville. Em memória à tragédia, a Organização das Nações Unidas (ONU), instituiu 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial.

 

Ascom do deputado Marcelino Galo

www.marcelinogalo.com

71 3115 5596






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