LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 10 de abril de 2012

Marcelino Galo diz que homenagem a Marighella ajuda a desmontar mentiras da Ditadura


Na tarde desta terça-feira (10), a Bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) realizou uma homenagem póstuma ao revolucionário e militante político, Carlos Marighella. O colegiado de parlamentares petistas nomeou a sala da Liderança do partido na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) com o nome Sala Carlos Marighella. O deputado Marcelino Galo participou do evento e ratificou a importância de quebrar o silêncio e esclarecer que Marighella não foi um assaltante de banco nem um facínora. "Ele foi sim um grande revolucionário que deve ser lembrado como um herói brasileiro".

 

Galo ainda lembra da Comissão da Verdade, criada pelo governo federal e que faz um levantamento dos atos durante a Ditadura Militar. "Não se podia falar de Carlos Marighella na imprensa, ele era lembrado como um bandido, mas a sua atuação a favor da democracia o transformou em um herói para o Brasil, diferente do discurso que era pregado na sociedade. Essa homenagem ajuda, por exemplo, nas ações da Comissão da Verdade, que não poderá rever a Lei da Anistia, mas que poderá desmontar quase meio século de mentiras que os brasileiros foram obrigados a conviver", pontua Galo.

 

Os deputados da bancada do PT se juntaram aos familiares do militante Carlos Marighella para realizar a homenagem. Estiveram na Alba, o filho, Carlinhos Augusto Marighella, os netos, Maria Marighella e Pedro Marighella, além de amigos e admiradores. Clara Charf, viúva de Carlos Marighella, que mora em São Paulo, enviou uma carta parabenizando os deputados petistas que foi lida por sua neta Maria. O filho Carlinhos destacou um documento do governador Jaques Wagner, que sugere a criação de um memorial para lembrar as ações de Marighella durante a ditadura. "Peço aos deputados que ajudem na construção do memorial e que auxiliem também na busca de documentos existentes sobre Marighella", pontua Carlinhos.

 

Revolucionário, combatente e defensor da liberdade, Marighella foi assassinado no dia 4 de novembro de 1969, pelos agentes do DOPS, em uma emboscada coordenada pelo delegado Sérgio Fleury, na Alameda Casa Branca, em São Paulo. Ex-deputado federal constituinte, Carlos Marighella era considerado o inimigo público número um da Ditadura Militar.

 

Ascom do deputado Marcelino Galo

www.marcelinogalo.com

71 3115 5596


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