LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Marcelino Galo sugere política estadual de saúde vocal para professores baianos

 

Professores da rede estadual de ensino na Bahia serão beneficiados com o Projeto de Lei (PL) do deputado estadual Marcelino Galo (PT), que pede a criação da Política Estadual de Saúde Vocal do Professor. Em trâmite na Assembleia Legislativa da Bahia, o projeto busca a prevenção de disfonias e problemas vocais em docentes baianos, assegurando a realização de no mínimo um curso teórico-prático anual, para orientar os educadores sobre o uso adequado da voz. O PL aponta que o professor que for diagnosticado com disfonia ou outros problemas vocais terá assegurado o direito a tratamento médico-fonoaudiológico gratuito.

 

Segundo o autor da proposta, a formulação de diretrizes, a estruturação e a execução da política de que trata esta Lei será estabelecida sob a responsabilidade técnica de profissional fonoaudiólogo. "A incidência de disfonias e outros problemas da voz é muito comum entre os professores, exigindo tratamento fonoaudiológico e médico que muitas vezes é custeado exclusivamente pelo próprio professor. Os cursos de formação de professores em geral não oferecem informações sobre o uso adequado da voz, apesar da mesma ser imprescindível para o bom desempenho profissional", pontua Marcelino Galo.

 

Mais informações

A ocorrência de disfonia acaba se refletindo no desempenho do profissional, a ponto dos alunos adquirirem do professor modelos linguísticos e psicólogicos inadequados. Além disso, problemas físicos como rouquidão, dores de garganta, perda de voz, e problemas emocionais como ansiedade e angústia pela dificuldade de falar, conduzem a um quadro de fadiga geral, comprometendo seriamente a atividade fundamental dos professores. Dados da Sociedade Brasileira de Laringologia e Voz e da Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia revelam que 40% da população ativa brasileira utiliza a voz como instrumento de trabalho. "Esses profissionais evidentemente necessitam de treinamento vocal, e exames de prevenção e diagnóstico para manter o aparelho fonador saudável", completa Galo.

 

Ascom do deputado Marcelino Galo

www.marcelinogalo.com

71 3115 5596



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