LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quarta-feira, 9 de maio de 2012

I Festival da Juventude deu voz aos estudantes de Conquista


Fonte: Bahia de Fato

Jornalista, escritor e suplente de deputado federal(PT-BA), o incansável Emiliano José participou domingo (06/05) do I Festival da Juventude, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Sobre o tema Democratização da Comunicação, o professor-doutor falou, para uma plateia atenta, sobre a importância do acesso aos meios de comunicação no país:

 "A democratização da comunicação passa pela democratização do acesso aos meios, as muitas vozes silenciadas da sociedade brasileira precisam ter a chance de falar também. Não podemos ficar reféns de um único discurso, e para isso é preciso democratizar o acesso para as entidades populares, para os sindicatos, para as rádios comunitárias terem mais espaço para horizontalizar, democratizar a propriedade dos meios de comunicação. Ela não pode estar na mão de poucos, essa é a questão".


Para ativíssimo Emiliano José, é um equívoco imaginar que se queira censurar a comunicação no Brasil, uma vez que a regulação das comunicações é própria de países com a democracia consolidada. "Nenhum setor da sociedade está fora da lei como a nossa mídia está, na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Argentina em todos esses países há a regulação da mídia. Por que nós não podemos fazer aqui um marco legal para as comunicações?" indagou.

Emiliano elogiou também a iniciativa do prefeito Guilherme Menezes, de Conquista, em promover um evento que abre as portas para a juventude, cria meios para que o debate se instale e para que a juventude possa falar. "É o momento da troca, do diálogo, em que a juventude diz o que pensa, nos orienta, nos sintoniza com os pensamentos dos jovens. E nós, que já não somos tão jovens assim, também passamos um pouco da juventude acumulada que temos".

O I Festival da Juventude contou com uma programação diversificada, composta por debates, palestras, encontros de movimentos sociais, apresentações culturais, shows com artistas locais e nacionais e atividade esportiva. O evento, que aconteceu entre os dias 4 e 6 de maio, atraiu milhares de jovens de todo o estado.

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