LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 15 de maio de 2012

Marcelino Galo debate com o Crea a aplicabilidade da Lei de Ater na Bahia


[Política] - 15.05.2012


A aplicabilidade da lei que criou o Programa e a Política Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural pública (Proater e Peater), sancionada pelo poder executivo em dezembro de 2011, foi o tema do debate realizado nesta segunda-feira (14) com os representantes da Câmara Especializada de Agronomia (Ceagro) do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia (Crea-Ba). O deputado estadual Marcelino Galo (PT), que foi o relator do projeto que beneficiará os agricultores familiares, participou das discussões e tratou da adequação da lei na Bahia.

 

"Precisamos trabalhar duro para garantir o desenvolvimento organizado dessa política estadual. É necessário, por exemplo, tratar de alguns pontos estruturantes para que não ocorra a precarização do trabalho do engenheiro agrônomo e a reestruturação do sistema público. A assistência técnica e extensão rural é apenas uma das políticas do conjunto importante para que os agricultores familiares consigam se viabilizar e se desenvolver no campo", afirma o deputado petista.

 

O Projeto de Lei, de autoria do governo estadual, garante a participação dos movimentos sociais, entidades e organizações do setor agrário e da sociedade civil na elaboração de emendas para a proposição do Governo da Bahia. Com sua aprovação, os agricultores familiares, assentados de reforma agrária, povos indígenas, quilombolas, além de aquicultores e pescadores, colonos, meeiros e posseiros, comunidades de fundo e fecho de pasto, ribeirinhos e agricultores da zona rural e periurbanos passaram a ter condições necessárias para o desenvolvimento sustentável. Participaram do encontro o Superintendente da Agricultura Familiar, Wilson Dias, o representante da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), Abdon Jordão, além dos engenheiros agrônomos que fazem parte da Ceagro.

 

Keila Ramos

Ascom do deputado Marcelino Galo

www.marcelinogalo.com

71 3115 7253


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