LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Álvaro Dias, José Agripino, Onix abrem seus sigilos ou são da bancada do Cachoeira?


Em 9 de novembro de 2011, o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), o senadorÁlvaro Dias (PSDB-PR), o senador José Agripino Maia (DEM-RN), o deputado Onix Lorenzoni (DEM-RS) e outros foram até a Câmara Distrital, realizar um dos serviços sujos desejados pela turma do bicheiro Carlinhos Cachoeira: pedir o impeachment do governador Agnelo Queiroz (PT-DF).


O episódio ficou registrado nesta foto exibida durante a CPI:

Onix Lorenzoni, Demóstenes Torres, José Agripino Maia, Alvaro Dias
na Câmara Distrital para pedir o impeachment de Agnelo Queiroz,
conforme interessava ao bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Agora, todos estes parlamentes precisam abrir seus sigilos bancários, fiscais e telefônicos para provarem que não eram da bancada do bicheiro Cachoeira, como era Demóstenes Torres.

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O motivo é muito simples: Em plena CPI do Cachoeira, em vez de investigarem o esquema do bicheiro, os quatro agiram na direção dos interesses do esquema Cachoeira, ou seja, agiram para derrubar quem representou obstáculo aos objetivos do bicheiro, como o governador Agnelo Queiroz (PT-DF).

Os quatro aparecem exercendo o papel que era do senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), o principal braço parlamentar do esquema.

Os quatro blindaram Cachoeira, tirando o bicheiro de foco e atacando Agnelo (inimigo do esquema) com acusações da campanha eleitoral do DF em 2010, abastecidas a partir de dois outros esquemas barra pesada: de Joaquim Roriz, e do mensalão do DEM (de José Roberto Arruda). Os quatro fizeram o mesmo que Cachoeira estava fazendo via Demóstenes.
Fonte: Os Amigos do Presidente Lula

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