LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quarta-feira, 25 de julho de 2012

SINDICALISTA ADMITE QUE GREVE É POLÍTICA


Rui Oliveira: “A greve é pra causar derrota ao governo”
A alegação de que a APLB montou a greve dos professores, que já dura mais de cem dias na Bahia, para garantir melhores salários caiu por terra depois de uma declaração do presidente do sindicato, Rui Oliveira.
Ele afirmou que o motivo da greve “é o desejo de causar uma derrota fragorosa ao governo”. A declaração gerou uma reação do secretário de Comunicação da Bahia, Robinson Almeida. “Caiu a máscara”, declarou ao Bahia Notícias.
“Lamentavelmente, o sindicato abandona a preocupação com os estudantes e as famílias para orientar os seus filiados ao combate ao governo”. Ele observou que o movimento tem perdido força.
“Um balanço da pasta da Educação indica que 972 escolas baianas já retomaram 100% do funcionamento, cerca de 200 têm atividades parciais e apenas 200 estão totalmente paradas”.
“Toda semana temos visto o retorno gradual dos professores. A greve se concentra em Salvador e Feira de Santana, mesmo assim, várias já voltaram à normalidade. A tendência do fim da greve é inevitável”.
Robinson Almeida classificou a “cruzada” do presidente da APLB de “atos desesperados. Como não consegue liderar a categoria, orienta os professores a um beco sem saída e transforma a luta salarial em combate político”.

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