LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Ações de Marcelino Galo na Assembleia expõem recorte racial nas áreas de atuação

Nesta terça-feira, dia 20 de novembro, data que representa a luta de Zumbi dos Palmares e de toda a comunidade negra, os governos federal e estadual comemoram ações estruturais no combate ao racismo, à intolerância religiosa e à desigualdade econômica entre as diferentes etnias. Essas ações se referem às políticas públicas como a transferência de renda, com programas sociais e capacitação de jovens negros entre 16 e 25 anos. Na Bahia, o deputado estadual Marcelino Galo (PT) direciona sua atuação na Assembleia Legislativa (Alba) para as causas do movimento negro. Foi assim com a aprovação do projeto de lei que criou o Programa e a Política de Assistência Técnica e Extensão Rural Pública (Proater e Peater) e agora com o projeto que pode garantir terras aos remanescentes de povos quilombolas e de fundos e fechos de pastos.

 

"Em ambas as peças fui relator e me orgulho muito de auxiliar e trabalhar as melhores diretrizes ouvindo os órgãos envolvidos e os grupos que serão beneficiados. Nesses dois casos o foco principal foram as comunidades rurais que, em sua maioria, são compostas de pessoas negras, que sofrem com o descaso e com a falta de políticas e que merecem uma vida digna nas regiões em que vivem. Se lutamos por regularização fundiária para povos quilombolas, lutamos por uma causa também do movimento negro", afirma o parlamentar petista. Galo ainda destaca a criação da Secretaria Estadual de Promoção da Igualdade (Sepromi) e a prioridade que a Bahia tem dado nas ações do Carnaval, por exemplo, com a valorização dos blocos afros, ação pioneira que prioriza a cultura negra na maior festa popular do país.

 

Segundo a chefe de gabinete do deputado, Ana Torquato, o mandato está voltado para as lutas das comunidades negras, independente de suas origens. "Mantemos funcionários negros, com cerca de 75% do contingente de assessores e assessoras que contratamos para atuar em diferentes regiões do estado. Galo sempre priorizou as causas dos povo negro até por ser oriundo de movimentos sociais e populares e o povo negro está inserido neste contexto", declara. Ainda de acordo com Torquato, o mandato petista prioriza a reparação e diminui a distância entre as políticas públicas e os governos. "Somos um caminho para esse acesso. Todas as ações perpassam por esse debate da comunidade negra. Pesca, LGBT, mulheres, agricultura familiar, educação, saúde possuem sempre um recorte racial", completa.

 

Ascom do deputado Marcelino Galo

www.marcelinogalo.com

71 3115 5596


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