LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Marcelino Galo diz que anistia de Marighella é um marco na história do Brasil


[Política] - 09.11.2012


 

Carlos Marighella, o guerrilheiro morto pelo regime militar em 1969, foi oficialmente anistiado pelo governo brasileiro. O Diário Oficial da União desta sexta-feira (9) traz a publicação da Portaria 2.780, que oficializa a anistia "post mortem" de Marighella. A peça é assinada pelo atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Marighella já havia recebido o reconhecimento em dezembro de 2011, na 6ª Sessão de Julgamento da Caravana da Anistia, realizada na capital Salvador.

 

"A Caravana realizou um ato onde o Estado pediu desculpas oficialmente aos familiares do ex-fundador da ALN [Ação Libertadora Nacional], por ter sofrido décadas de perseguição, envolvendo duas ditaduras. Na Assembleia Legislativa da Bahia [Alba], o PT fez uma homenagem ao guerrilheiro e a sua família quando nomeou a sala da Liderança do partido com o nome dele. Estive com os familiares neste dia e senti de perto a importância de se desmistificar as mentiras que envolviam Marighella", declara o parlamentar Marcelino Galo.

 

De acordo com informação prestada pelo Ministério da Justiça em dezembro de 2011, a família de Marighella não solicitou reparação econômica, apenas reconhecimento da perseguição ao militante. No total, foram publicadas na edição desta sexta (9) do Diário Oficial da União 34 portarias tratando de declaração de anistia, ratificação de condição de anistiado político e concessão de reparação indenizatória. Ainda segundo Galo, esse reconhecimento "post mortem" veio após a declaração da anistia. O deputado ratifica que de acordo com o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, o pedido é comum em casos de comprovação da perseguição política aos militantes políticos. "É, acima de tudo, uma quebrar do silêncio para esclarecer que Marighella foi um grande revolucionário que deve ser lembrado como um herói brasileiro", completa o deputado.

 

Homenagens do PT

No dia 10 de abril deste ano, o colegiado de parlamentares petistas nomeou a sala da Liderança do partido na Alba com o nome Sala Carlos Marighella. Estiveram no ato, o filho, Carlinhos Augusto Marighella, os netos, Maria Marighella e Pedro Marighella, além de amigos e admiradores. Clara Charf, viúva de Carlos Marighella, que mora em São Paulo, enviou uma carta parabenizando os deputados petistas, que foi lida por sua neta Maria. O filho pediu ao governo da Bahia, onde nasceu o ex-guerrilheiro, a criação de um memorial em homenagem ao pai.

 

Ascom do deputado Marcelino Galo

www.marcelinogalo.com

71 3115 5596


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