LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Banquete tropicarlista

E a tal de ficha limpa exigida até a segunda geração de parentes!!!!


Banquete tropicarlista


A delegada Kátia Alves em cartaz da
campanha ao lado de ACM Neto.
Foto: Divulgação


Leandro Fortes, CartaCapital

"Vai ser uma festa para jornalistas de verdade essa gestão de ACM Neto na prefeitura de Salvador.

Acabo de ler que a delegada Kátia Alves irá assumir a presidência da Limpurb, a companhia de limpeza pública da capital baiana.

Kátia Alves, para quem não se lembra, foi denunciada pelo Ministério Público Federal, em 2003, por participação ativa no esquema criminoso de grampos montado pelo ex-senador Antonio Carlos Magalhães, do DEM, avô do atual prefeito. A delegada era secretária de Segurança Pública do governo de César Borges, mas era subordinada direta de ACM.

Entre 19 de maio e 21 de agosto de 2002, ACM montou, dentro da Secretaria de Segurança Pública comandada por Kátia Alves, uma central de grampos clandestinos para bisbilhotar a vida de adversários políticos, aliados e até o namorado de uma amante. As informações era analisadas, processadas e serviam, muitas vezes, de base para reportagens caluniosas publicadas no jornal da família Magalhães, o Correio da Bahia.

ACM Neto, embora não tenha tido participação direta naquela diabrura do avô malvadeza, acabou sendo atingido por tabela. Data daquela época, o apelido com o qual desafetos e muitos aliados, inclusive alguns que agora compõe os quadros das secretarias municipais, passaram a lhe chamar: Grampinho.
Agora, peço aos amigos da Bahia que me expliquem, por favor, que diabos a delegada Kátia Alves vai fazer na Limpurb? Limpar a própria biografia? Incinerar provas?"

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