LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Marcelino Galo diz que Lei Maria da Penha precisa ser aplicada para diminuir a violência contra as mulheres no país




A declaração da ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, da Presidência da República, Eleonora Menicucci, sobre a implementação até o final do governo Dilma Rousseff (PT), da Lei Maria da Penha em todos os estados, foi destacada pelo deputado estadual Marcelino Galo (PT), na tarde desta terça-feira (15). O parlamentar afirma que o grande problema da lei é que poucos municípios aderiram ao pacto de enfrentamento à violência contra as mulheres.

 

"Esse desafio é mais um passo importante para o enfrentamento da violência contra as mulheres. O que acontece em todos os estados brasileiros, e aqui na Bahia, principalmente no interior, é que, quando a mulher é agredida, a lei não é aplicada e o agressor não é enquadrado no crime de lesões corporais. Além disso, muitos municípios não têm delegacias especializadas no atendimento à mulher", declara o petista.

 

Ainda segundo o deputado, hoje "o Estado deve garantir a autonomia das mulheres sobre seus corpos e suas vidas, por isso, é preciso ficar atento à aplicação da lei e à garantia de investimento para os instrumentos de apoio, seja casa-abrigo, delegacia especializada ou o fortalecimento das redes que difundem a lei".

 

A ministra Eleonora diz que estão sendo feitas as repactuações dos pactos de enfrentamento que agora tem diretrizes nacionais. A implementação da Lei Maria da Penha implica na criação de uma rede forte de atendimento às mulheres. Ainda de acordo com a ministra, deveria existir, no mínimo, uma casa-abrigo para cada subdistrito de prefeitura.

 

Keila Ramos

Ascom do deputado Marcelino Galo

www.marcelinogalo.com

71 3115 5596




Nenhum comentário: