LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Pesquisa Ibope que mostra desencanto com partidos é palhaçada

Pesquisa Ibope que mostra desencanto com partidos é palhaçada que nenhum pesquisador sério assinaria

Posted: 21 Jan 2013 05:58 AM PST


Que importância teria uma pesquisa que quisesse saber a opinião da população sobre a segurança das viagens marítimas, se fosse feita nos dias imediatamente posteriores ao naufrágio do Titanic?

E uma outra, se o Brasil deveria ou não adotar a pena de morte, feita imediatamente após casos que chocaram a opinião pública, como o assassinato de Daniela Perez, o do menino João etc?

A mesma pergunta vale para essa pesquisa contratada pelo Estadão ao Ibope, que revelou que "56% dos brasileiros afirmaram no final de 2012 não possuir preferência por nenhuma legenda política - eram 38% em 1988". Só que a pesquisa foi feita em outubro do ano passado, no auge do julgamento do mensalão...

Qual pesquisador sértio endossaria qualquer dessas pesquisas? É evidente que a comoção causada pelos fatos (Titanic, assassinatos cruéis e covardes, julgamento com altíssima repercussão na mídia) invalida qualquer dedução científica que se possa tirar dessas pesquisas.

A do Estadão, por exemplo, só se justificaria se estivesse incluída dentro de uma série de pesquisas do mesmo tipo - o que não foi o caso. A última pesquisa semelhante foi feita em março de 2010, final do segundo mandato de Lula.

O objetivo do Estadão é o mesmo da mídia corporativa brasileira: desestimular na população a participação política, desmoralizar partidos e políticos em geral, para que, ao final, possam mostrar a saída salvadora: o golpe moralizante e redentor.

Só que quebraram a cara. O PT, que em 2010, no auge de Lula, tinha 33% da preferência do brasileiro, no auge do julgamento do mensalão continuou sendo o partido preferido, com 24%.  Ou seja, mesmo com toda a campanha contra, o PT ainda é o partido de um em quatro brasileiros. Tem quatro vezes mais adeptos que o segundo colocado, PMDB - 6%. E quase cinco vezes mais que os tucanos - 5%.

Além de fabricar manchetes mentirosas (como a do processo que não houve de Gurgel contra Lula), vê-se que o Estadão patrocina também pesquisas idiotas. Não é à toa que está quebrado, segundo dizem.

Ah, se não fossem os anúncios do governo federal e da Caixa, Petrobras, BB etc. Hoje em dia sobraria apenas o governador Alckmin Pinheirinho para sustentá-lo.

Fonte: Blog do Mello 




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