LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

domingo, 17 de março de 2013

Deputado Marcelino Galo afirma que acusações contra Gabrielli são infundadas




[Economia] - 14.03.2013

Marcelino Galo afirma que acusações contra Gabrielli são infundadas

 

Em pronunciamento no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), na manhã desta quinta-feira (14), o deputado estadual Marcelino Galo (PT) defendeu o secretário estadual de Planejamento (Seplan), Sérgio Gabrielli, das acusações da oposição sobre a Petrobras. O parlamentar disse que tucanos estão atacando a Petrobras para tentar vendê-la. "Quero dizer em alto e bom som que as denúncias são infundadas. Os tucanos estão atacando a Petrobras novamente e eles fazem isso para entregar a empresa e o pré-sal ao capital internacional, como revelou o site WikiLeaks", alerta Galo.

 

O petista ainda parabenizou os funcionários e a direção da Petrobras pelas novas conquistas e descobertas que ratificam as estratégias de investimento e pesquisa adotadas pela empresa ainda na gestão do então presidente José Sérgio Gabrielli e conduzida por sua sucessora no cargo, a engenheira Maria das Graças Silva Foster. "A Petrobras anunciou, no dia 25 de fevereiro, mais uma descoberta de petróleo de boa qualidade em águas ultraprofundas, no pré-sal da Bacia de Santos. A empresa também colocou em operação, no dia 16 de fevereiro deste ano, o navio-plataforma, cidade de Itajaí, que deu início à produção de petróleo no campo de Baúna, no bloco BMS-40, no pós-sal da porção sul da Bacia de Santos", informa o parlamentar.

 

Ainda segundo Galo, essas descobertas e conquistas são fruto de uma acertada política de investimentos que nos governos do presidente Lula e da presidenta Dilma fez com que a empresa que valia US$ 15 bilhões em 2002, hoje, 10 anos depois, tenha valor dez vezes mais. "A Petrobras hoje vale mais de 10 vezes o que valia no tempo em que o presidente era Fernando Henrique Cardoso [FHC], do PSDB, partido que hoje tem como líder o ex-prefeito de Salvador, Antonio Imbassahy, mais conhecido como o prefeito da Revolta do Buzu, quando a juventude de Salvador se levantou contra os abusos nos aumentos das passagens de ônibus". 

 

Dados apresentados pela empresa apontam que a Petrobras produz dois milhões de barris por dia, o que rendeu lucros de mais de R$ 21 bilhões em 2012. "Ao mesmo tempo em que aplaudimos as conquistas da Petrobras nesses dez anos, nos questionamos sobre que autoridade moral tem o PSDB para questionar a administração de quem fez a empresa aumentar em mais de 10 vezes o seu valor? O PSDB hoje opera um desmonte interno da Petrobras para privatizá-la, chegando a tentar mudar o nome da empresa para Petrobrax", dispara Marcelino Galo.

 

Na concepção do parlamentar, o legado do PSDB com relação à Petrobras é de desmonte e de estagnação. "Fernando Henrique colocou seu genro para presidir a Petrobras, um negócio de família, e agora o PSDB tem a cara de pau de falar de indicações políticas para gerir a empresa. O legado do PT com relação à Petrobras é o de multiplicar em mais de 10 vezes o seu valor de mercado. Um legado de retomada dos investimentos e do crescimento", finaliza.

 

Ascom do deputado Marcelino Galo

www.marceinogalo.com

71 3115 5596


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