LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Deputado petista fala que socialista deve respeito às mulheres




[Política] - 17.04.2013


Na tarde desta quarta-feira (17), o deputado estadual Marcelino Galo (PT) defendeu a senadora Lídice da Mata (PSB) das ofensas do seu correligionário na Assembleia, durante discurso no plenário da Casa Legislativa. Segundo o petista, a senadora é uma mulher que deve ser reverenciada e respeitada assim como os partidos de esquerda, que lutam por melhores condições de vida das minorias historicamente esquecidas.

 

"É inadmissível que se ataque uma parlamentar como Lídice da Mata, que atua para fortalecer a presença feminista no poder. Nós temos a obrigação de zelar pela imagem e defender nossas companheiras mulheres que militam na política. Sabemos que só vamos ter uma sociedade igual no momento em que tivermos homens e mulheres sendo companheiros, homens e mulheres dividindo todos os espaços e, principalmente, o espaço do poder, da política, que é também o lugar das mulheres", declara Galo. 

 

O deputado ainda comentou que o Partido dos Trabalhadores saiu na frente quando aprovou no 4º Congresso Nacional da sigla as diretrizes paritárias, ou seja, qualquer direção nacional, estadual, municipal tem que ter metade homem e metade mulher, 20% de jovens e 20% de negros e índios. "Temos que contemplar a nossa sociedade como ela é tendo na representação política exatamente como é a composição da sociedade", completa.

 

Ascom do deputado Marcelino Galo

www.marcelinogalo.com

71 3115 5596

 





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