LULA 2018

"Lula é odiado porque deveria dar errado e deixar em paz as elites para seguirem governando o Brasil por muito tempo. Um ódio de classe porque ele é nordestino, de origem pobre, operário metalúrgico, de esquerda, líder máximo do PT, que deu mais certo do que qualquer outro como presidente do Brasil. Odeiam nele o pobre, o nordestino, o trabalhador, o esquerdista. Odeiam nele a empatia que ele tem com o povo, sua facilidade de comunicação com o povo, a popularidade insuperável que o Lula tem no Brasil. O prestígio que nenhum outro político brasileiro teve no mundo", diz Emir Sader, em resposta aos que já o apontam como ameaça à democracia, de olho em 2018; "Quem odeia o Lula, odeia o povo brasileiro, odeia o Brasil, odeia a democracia"

REVISTA BR247 EDIÇÃO #29 - 6 DE MARÇO DE 2015

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Deputado Marcelino Galo defende direitos LGBTs em sessão que lembrou o dia Mundial de Luta contra a Homofobia

Galo defende direitos LGBTs em sessão que lembrou o dia Mundial de Luta contra a Homofobia

 

Para comemorar o dia Mundial de Luta contra a Homofobia, a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) realizou na manhã desta segunda-feira (27), no plenário da Casa, uma sessão especial para lembrar o 17 de Maio, período lembrado em todo mundo como a data da exclusão da homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

O deputado estadual Marcelino Galo (PT), que defende os direitos e direciona sua atuação na Alba para as causas da comunidade LGBT, destacou a importância da luta e fez um breve discurso para os presentes. "Nos últimos tempos, temos ouvido aqui na casa discursos que são frutos da esperteza política de oportunistas que pregam o ódio para colher voto, e, através da pregação, da obscuridade e da ignorância, contribuem de forma incisiva para consolidar o preconceito e o ódio na nossa sociedade". O parlamentar completou dizendo que "uma sociedade mais justa só será possível na medida em que os direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais não forem mais violados".

 

Segundo o coordenador do núcleo LGBT na Bahia, Wesley Francisco, o 17 de maio é um dia em que há celebração, mas, ao mesmo tempo, existe um cunho de denúncias. "Foi nessa data, em 1990, que a Organização Mundial de Saúde [OMS] retirou a homossexualidade do rol das doenças e, com isso, o reconhecimento cientifico, por parte da comunidade internacional, atestou que a homossexualidade é tão legítima quanto a heterossexualidade, a bissexualidade e a transsexualidade, ou seja, nós estamos falando de sexualidades múltiplas, a dos seres humanos", completa.

 

Keila Ramos

Ascom do deputado Marcelino Galo

www.marcelinogalo.com

71 3115 5596

 

 

 



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